<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808</id><updated>2011-12-29T05:40:37.062-03:00</updated><category term='gastronomia'/><category term='amor'/><title type='text'>O Mundo de AOANÍ</title><subtitle type='html'>As Prosas e Poesias da vida. A minha e a dos outros...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>38</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-1241822132605275820</id><published>2011-08-21T14:53:00.001-03:00</published><updated>2011-08-21T14:56:30.960-03:00</updated><title type='text'>Projectos</title><content type='html'>Hoje pus em pratica um novo projecto. Ainda não posso revelar o que é, mas já posso adiantar que vai ser um espectáculo! Em breve!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-1241822132605275820?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/1241822132605275820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=1241822132605275820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/1241822132605275820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/1241822132605275820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2011/08/projectos.html' title='Projectos'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-1659728392013082003</id><published>2010-12-21T14:35:00.001-03:00</published><updated>2010-12-21T14:38:50.996-03:00</updated><title type='text'>A Mordaça de Patrice</title><content type='html'>São Tomé e Príncipe tem andado em polvorosa desde que foi noticiado pelo Téla Non, um portal de notícias daquele país, que a jornalista e poeta São de Deus Lima teria sido censurada. A jornalista afirmou que foi impedida pelo director da TVS, a televisão pública das ilhas, de realizar uma entrevista ao antigo primeiro-ministro de Cabo Verde, Carlos Veiga. &lt;br /&gt;Segundo o que relatou na sua crônica “escrever na areia”, no site Tela Non, a jornalista só foi informada de que deveria cancelar a entrevista quando Faltava menos de uma hora para começar o dito encontro. Segundo o director, Oscar Medeiros, as ordens foram superiores. Ainda nas palavras da poeta, no dia seguinte ao cancelamento da entrevista, foi chamada ao gabinete do director, onde esse a informou de que o seu contrato com término previsto para o dia 31 de dezembro, não seria renovado. &lt;br /&gt;A situação de flagrante censura criada pelo governo ressabiou a opinião publica do país, com o facto sendo noticiado em vários órgãos de comunicação internacional. O governo que não se pronunciou junto aos órgãos de comunicação, fez circular através do site do seu partido - ADI, uma nota de imprensa. Nessa nota, o partido acusa entre outras coisas, São Lima de ser assessora do Governo e de estar a trabalhar contra o mesmo e deter agido de ma fé e com má educação com o entrevistado e com o director daquele canal televisivo. &lt;br /&gt;Segundo a nota do governo, a entrevista havia sido cancelada com antecedência mas, “a jornalista não comunicou esta ideia ao candidato, deixou que o Dr. Veiga chegasse à TVS minutos antes do início do Programa em Directo e levou-o ao Gabinete do Director da TVS e disse-lhe: “Aqui está o Dr. Carlos Veiga e o Senhor Director faça dele o que quiser”. E bateu a porta e foi-se.”&lt;br /&gt;Em declarações, a jornalista e poetiza são-tomense revelou-se chocada com a missiva do governo da sua terra natal. E garantiu que várias pessoas presenciaram o facto  e podem confirmar que a sua versão dos factos é a verdadeira. São Deus Lima relembrou a época do partido único e garantiu que acredita que dias melhores chegarão ao pequeno arquipélago.&lt;br /&gt;Sobre a questão relativa a assessoria do governo, esclareceu pelo portal Tela Non, que de facto foi convidada para o posto pelo primeiro-ministro Patrice Trovoada, e a sua resposta “ foi clara e inequivocamente negativa, por razões óbvias”.&lt;br /&gt;A figura mais destacada do jornalismo são-tomense, São Deus Lima foi por cerca de vinte anos jornalista da BBc, onde foi responsável pelo conteúdo em português. A poetiza é estudou Comunicação Social em Portugal e é também formada em Estudos Afro-portugueses e Brasileiros pelo king´s College de Londres e mestre em estudos Africanos com espacialização em Governos e Políticas em África, pela School of Oriental and African Studies de Londres. O programa “Em Directo”, criado e apresentado pela jornalista, é um programa que promove o debate e a informação pública e tornou-se em pouco tempo líder de audiência do canal público são-tomense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo assinado&lt;br /&gt;Solidarizando-se com a compatriota e colega das lides literárias, Inocência Mata, escritora e professora universitária em Portugal, pôs a circular um abaixo-assinado contra a suspensão da jornalista e do programa “Em directo”, que a mesma comandava. Além da iniciativa da catedrática, outra iniciativas do mesmo gênero se vão desenvolvendo principalmente no meio cibernético, com debates acesos e abaixo-assinados eletrônicos, promovidos por são-tomenses e não só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comando recém-formado de Patríce Trovoada, que durante a campanha afirmou que seria um “governo de mudança”, enfrenta agora a sua primeira crise. Apesar das tentativas de se contactar o Governo são-tomense, tal não se revelou possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aoaní d’Alva&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-1659728392013082003?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/1659728392013082003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=1659728392013082003' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/1659728392013082003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/1659728392013082003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/12/mordaca-de-patrice.html' title='A Mordaça de Patrice'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-3239146719905749975</id><published>2010-12-11T14:37:00.001-03:00</published><updated>2010-12-11T14:40:01.669-03:00</updated><title type='text'>Assinaturas no abaixo-assinado (# 7729): Liberdade de Imprensa em S. Tomé e Príncipe - Abaixo Assinado.Org</title><content type='html'>Minha querida prima Apolinária.&lt;br /&gt;Dessa vez escrevo eu, por um motivo triste. Atropelaram a Mãe. Ela continua viva é claro, como sabe ela é forte, já sofreu outros acidentes e resistiu. Não há-de ser esse que a vai tirar de nós. Ela não pediu que lhe escrevesse, prima, essa liberdade tomei-a eu, criança “esperteza” que sempre fui. Tomei-a eu, ainda meio em choque com o acidente que quase vitimou a minha mãe querida. E ao contrário do que é costume, prima, o infractor não fugiu! Mas também não a socorreu, ficou a vê-la receber o embate e digerir o choque.&lt;br /&gt;É uma coisa que começou a entrar na moda aqui na nossa terra, prima. Dois por três atropelam pessoa e coisa fica assim, ninguém fala, ninguém ouve falar. Minha mãe, como a prima sabe, fala! Fala o que vê, o que não vê mas sente e o que outros sentindo lhe contam. Para mal dos pecados dela, prima Apolinária, a minha mãe Fala. E há umas duas/três pessoas que não podem com essa coisa! Eles andam aí, como quem não quer a coisa, sorriem só com os dentes mas com os olhos frios, oferecem apoio, mostram-se solícitos, vão olhando para a Mãe pela ponta do olho.&lt;br /&gt;Ela olha para eles também, prima, mas de frente. Minha mãe, como diziam os portugueses quando vive lá e com o perdão da palavra, é lixada! Se ela não tem medo? Deve ter prima, mas eu digo-lhe que se tem, nunca mo disse. Eu sei que assim como é para mim, ela é para muitos um exemplo de coragem. Então hoje eles cansaram-se de só ver e resolveram agir. Um deles, cara lavrada, veio com camião e passou em cima do carro da minha mãe, com ela lá dentro.&lt;br /&gt;Prima deve estar a pensar, “kei, como São Tomé está violento assim é?”. Coisa está tão esquisita prima que eles fizeram esse estardalhaço todo mas não derramaram sangue. Como eu disse, a minha mãe é lixada! Ela se não lhe escreve hoje prima, é porque está meio abalada, mas ferida não. Os olhos continuam a ver, as mãos a escrever e pior que tudo prima, a mãe continua a falar! E eu vou terminar de escrever prima, vou ver como é que a mãe está, ela deve precisar de alguém com quem conversar.&lt;br /&gt;Ah! É verdade, a mãe disse que a prima estava a pensar em voltar para a terra. Volte sim prima, mas volte com cuidado. Principalmente se for falar, muito cuidado ao atravessar a rua. “Eles andam aí”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------//---------------------------------------------------------//---------------------------------------------------&lt;br /&gt;Texto escrito para mostrar a minha profunda insatisfação e desilusão com os acontecimentos que se têm desenrolado em São Tomé e Príncipe. Censura não é crime na nossa legislação? Alias, nós temos legislação? É que as coisas passam-se de maneira tão arbitrária as vezes que essa pergunta levanta-se. Que regras nos regem? E somos mesmo TODOS iguais perante estas leis? São Deus Lima é mais um exemplo da flagrante desgovernação do nosso país. Esta aberto o abaixo-assinado para que a TVS renove o contrato de São Deus Lima e o programa "EM DIRECTO" não saia da grelha!&lt;br /&gt;Texto: Aoaní d’Alva &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/abaixoassinado/7729/1?page=3"&gt;Assinaturas no abaixo-assinado (# 7729): Liberdade de Imprensa em S. Tomé e Príncipe - Abaixo Assinado.Org&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-3239146719905749975?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/3239146719905749975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=3239146719905749975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/3239146719905749975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/3239146719905749975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/12/assinaturas-no-abaixo-assinado-7729.html' title='Assinaturas no abaixo-assinado (# 7729): Liberdade de Imprensa em S. Tomé e Príncipe - Abaixo Assinado.Org'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-2549071337777975289</id><published>2010-10-28T05:41:00.000-03:00</published><updated>2010-10-28T05:51:46.938-03:00</updated><title type='text'>Nós e a internet</title><content type='html'>Esta semana encontrei um site deveras interessante: www.delas.ig.com.br. Como o nome já indica, é um sitio na internet virado única e exclusivamente para a mulher, seus problemas e soluções. No quadro dedicado ao comportamento humano, um artigo com o nome “Namoro em banda larga”, chamou-me a atenção. Segundo o texto, actualmente as relações amorosas estão a desenvolver-se num ritmo mais acelerado por causa do uso das ferramentas da internet. &lt;br /&gt;Se antes o casal levava pelo menos um dia para se voltar a ver depois de um encontro, esse tempo é encurtado com o uso de chats com webcam e trocas de mensagens por telemóvel. Isso sem falar das vídeo chamadas, serviço já disponibilizado no mercado nacional para quem possui telefones 3G .  E para os que se preparam já para dar inicio ao discurso negativista, é bom frisar que o tal texto traz também depoimentos de psicólogos que afirma que esse acelerar em nenhum momento é maligno.&lt;br /&gt;A despeito de várias teorias apocalípticas que atribuem a internet a culpa de vários males na sociedade contemporânea, eu vislumbro principalmente pontos positivos. Numa época em que a globalização é uma realidade, a internet vem revelar-se uma ferramenta muito útil na concretização da expressão: Aldeia Global.  As especificidades mantêm-se, mas lado a lado com o que é mais global. &lt;br /&gt;Antigamente emigrar significava ficar anos sem ver, e muitas vezes sem saber, da família. Cesária Évora imortalizou essa ideia na música Sodade. “Si bu screvem n ta sreveu, si bu skecem n ta skeceu” – se me escreveres eu escrevo-te, se me esqueceres, eu esqueço-te”. Hoje essa música teria que ser adaptada para algo como, se não entrares no mensseger bloqueio-te! As pessoas já não ficam meses sem se falar, a não ser que o façam propositadamente. &lt;br /&gt;Cartas de amor são lindas, emociona-me de facto, mas as mensagens de texto no telemóvel ou os emails dão-me mais jeito, são mais rápidos. As novas tecnologias atrapalham em muitas coisas, mas acredito que ajudam mais. Famílias separadas por oceanos, uns porque foram estudar, outros porque tiveram que ficar e trabalhar, ligam-se pelo Skype, facebook e msn. Podem falar todos os dias sem custos muito altos (porque esse é um condicionador de peso) e despreocupar-se porque podem acompanhar as mudanças físicas, e manter o contacto emocional, muitas vezes estreitando-o. &lt;br /&gt;Assumo que sou apologista da internet e numa altura em que se combate todas as formas de exclusão, pouco ou nada vejo ser feito no sentido de se combater a exclusão digital. Todos nós devíamos ter acesso a internet e aos benefícios que dela se pode tirar. Faço parte do grupo, não tão pequeno assim, que acredita que o mundo digital já faz parte do rol das necessidades básicas do ser humano. Exagero? Experimente pedir à um estudante do secundário que faça um trabalho de pesquisa só com livros e depois diga-me se é ou não exagero!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NJ144&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aoaní d’Alva&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-2549071337777975289?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/2549071337777975289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=2549071337777975289' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/2549071337777975289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/2549071337777975289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/10/nos-e-internet.html' title='Nós e a internet'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-7388777483747793648</id><published>2010-10-28T04:44:00.001-03:00</published><updated>2010-10-28T05:28:07.073-03:00</updated><title type='text'>O dia em que eu não devia ter saído da cama</title><content type='html'>Há dias em que, realmente o melhor é não sair de casa. Dércio acordou bastante mal humorado, depois de uma noite mal dormida. Motivo? Os vizinhos da frente alugaram o quintal, como já começava a ser hábito, aos jovens da rua, que deram uma das suas festas de arromba! As festa deles já começavam a ser conhecidas além do bairro, vinham pessoas dos arredores e pelo que parecia começavam a vir de outras paragem mais distantes.&lt;br /&gt; Até aí tudo bem, afinal ele também tinha organizado e participado de muitas festas assim “no seu tempo”. O problema era que as suas festas eram feitas durante o fim-de-semana, não a quarta e a quinta-feira como esses jovens faziam! Eles saíam do espaço as seis ou sete da manhã porque só tinham aulas a noite, mas a essa hora já ele e a mulher tinham que estar a caminho dos respectivos trabalhos, depois de terem deixado os miúdos na creche.&lt;br /&gt;Voltando ao dia mau, aquele começou assim, praticamente sem acabar o outro já que eles quase não tinham dormido. A água do tanque acabou assim que as crianças se banharam. O açúcar e a manteiga acabaram. Mas as coisas lá se ajeitaram de uma maneira ou de outra.  Lá se tinha usado mel,  margarina e o chá fora feito com água potável.  Quanto ao banho… bem, sempre havia os bidons de reserva!&lt;br /&gt;Por causa dos imprevistos, a hora em que finalmente se puseram a caminho, quase não conseguiram sair de casa porque a rua já estava engarrafada. O percurso até a rua principal que levava normalmente cerca de cinco minutos levou meia hora.  “Ah! Uma vaga em frente ao colégio”, alegrou-se Dércio. Mas a alegria durou pouco e numa questão de segundos um jovem com ar displicente e óculos escuros enormes na cara (provavelmente a esconder a ressaca ou só por “banga”, pois a luz do sol ainda não era suficientemente forte), deu-lhe “m’baia”. &lt;br /&gt;Enquanto praguejava entre dentes, por causa das crianças, o casal ficou a ver o tal rapaz estacionar o seu modelo top de gama só com uma mão (a custa da direcção assistida), sair da viatura e passar por eles a assobiar. Como diriam os rapazes lá da rua: tipo nada! Uma vez perdida a vaga, fez-se uso dos rotineiros intermitentes e lá teve Ana Raquel que tirar as crianças do veículo a toque de caixa! Claro que não houve tempo para muitas despedidas, a mãe acompanhou muito rapidamente os rebentos ao portão e voltou a correr para o carro. &lt;br /&gt;Os automóveis atrás já buzinavam impacientes, os outros motoristas quase saíam para bater boca. Embaraçado Dércio acelerou ao mesmo tempo em que soltava um “dasse!”, agora em alto e bom som. Como a esposa lhe fizesse cara feia ao palavrão, ele lá se justificou: era um escape para o stress. Não muito convencida ela lá anuiu, resmungando qualquer coisa sobre psicanalistas e consultas. &lt;br /&gt;O bom era que os dois trabalhavam na mesma rua, o pior era que essa rua era a Rainha Ginga e depois das 8h30 era praticamente impossível encontrar lugar para estacionar. Deram mais de três voltas aos quarteirões onde ficavam os seus trabalhos e quando se preparavam para ir procurar espaço na marginal, surpresa! Encontraram um lugar, mesmo em frente á Igreja da Nossa Senhora dos Remédios, deixaram-no aí.  O lugar não era propriamente o melhor para estacionar, mas com apressa… Ao fim da tarde, depois de um dia exaustivo para os dois, lá estavam eles dentro do taxi, com os filhos a espera no portão da escola. O carro tinha sido rebocado.&lt;br /&gt; Realmente há dias, em que é melhor nem sair da cama. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NJ 143&lt;br /&gt;Aoaní d’Alva&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-7388777483747793648?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/7388777483747793648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=7388777483747793648' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/7388777483747793648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/7388777483747793648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/10/o-dia-em-que-eu-nao-devia-ter-saido-da.html' title='O dia em que eu não devia ter saído da cama'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-861390523278595505</id><published>2010-06-17T10:28:00.000-03:00</published><updated>2010-06-17T10:59:21.631-03:00</updated><title type='text'>Angola FashionWeek 2010</title><content type='html'>Ontem fui ao Angola FashionWeek 2010, no Cine Atlântico. É… foram aquelas coisas de sempre, muita gente bonita, muita gente achando-se bonita, outro tanto de gente fingindo (e mal) que é bonita. Enfim, tinha de tudo e de todos um pouco. É sempre bom sair da nossa costumeira lenga-lenga quotidiana e embarcar nessas expedições alienadas que a profissão nos oferece.&lt;br /&gt;Pois bem, fui lá. Fiquei até ao fim, por isso posso tecer alguns comentários:&lt;br /&gt;1. - os modelos masculinos estão muito melhores em termos de desfile que os femininos. Eu não entendo nada de nada de moda, mas GENTE!?!?!  Muito sem noção, como diriam lá pelas terras do Lula. Essas moças precisavam de treinar mais, ver mais canais de moda, alguma coisa assim.&lt;br /&gt;2. - Pela primeira vez na vida eu vi gente magra com gordura localizada. Mas quando eu digo “gente magra” eu quero dizer: esquelética! Como é possível que a menina, só pele e osso ainda consiga ter gordurinhas nas costas!!! Numa palavra: estranho!&lt;br /&gt;3. - Celulites! Montes delas…&lt;br /&gt;4. - A ideia da Casa Paris de colocar modelos com asas a desfilar roupa interior, obviamente foi baseada nos desfiles da Victoria’s Secret. Até aí muito bem, podia ser Benchmarking . Mas só se considera Benchmarking  quando há melhorias no projecto e isso, não houve.  A iniciativa foi boa, mas a mão-de-obra para executa-la foi péssima, pelo menos do lado feminino. Eu sei que parece implicância, mas é a pura verdade, elas não estavam preparadas para um evento desta natureza, não estavam…. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é como se diz, o que conta é a intenção, e a intenção aí foi óptima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-861390523278595505?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/861390523278595505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=861390523278595505' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/861390523278595505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/861390523278595505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/06/angola-fashionweek-2010.html' title='Angola FashionWeek 2010'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-5833992689270402333</id><published>2010-06-05T10:11:00.001-03:00</published><updated>2010-06-05T10:21:59.106-03:00</updated><title type='text'>You don’t have to run away</title><content type='html'>Dos problemas que parecem enormes&lt;br /&gt;Das cobranças, dos medos ou desconfiança&lt;br /&gt;Não tem que estar tudo nos conformes&lt;br /&gt;Nem todo o mundo serve para usar aliança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz-me que não queres mais ficar&lt;br /&gt;Que acabou o tesão, a paixão, a ilusão&lt;br /&gt;Não sei entender que não saibas amar&lt;br /&gt;Mas vou receber de volta o meu coração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisas de correr nem de te esconderes&lt;br /&gt;Enquanto me envolvias na tua teia do amor&lt;br /&gt;Fingi que te dava sobre mim todos os poderes&lt;br /&gt;Mas fiquei com alguns, como o de fugir da dor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recuso-me a sofrer quando já estás noutra&lt;br /&gt;Deixo-te ir sem magoas nem ressentimentos&lt;br /&gt;A vontade de te amar está longe de ser pouca&lt;br /&gt;Mas ainda te expulsarei dos meus pensamentos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tens que correr porque ainda não sabes&lt;br /&gt;Se te vou por de lado nessa minha nova fase&lt;br /&gt;Não sei ainda dizer se a tua amizade cabe&lt;br /&gt;Pois pode ser que as coisas mudem e eu case&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisas de ir para muito longe de mim&lt;br /&gt;Só porque eu não vou me desfazer por ti&lt;br /&gt;Meu coração vai ter novo chip e novo pin&lt;br /&gt;Assim que o actual resolver que quer partir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim parece que não te amo, eu sei&lt;br /&gt;Mas a verdade é que me amo mais ainda&lt;br /&gt;Deitada ontem a teu lado no sofá,pensei&lt;br /&gt;O que vai ser de mim se o nosso amor finda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei em como eu era antes de te conhecer&lt;br /&gt;Lembrei-me daquele primeiro beijo roubado &lt;br /&gt;Da entrega apaixonada sem resistência oferecer&lt;br /&gt;Daquela primeira noite de intenso pecado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que se partires meu navio vai a pique&lt;br /&gt;Vou-me afundar, tocar no fundo do oceano&lt;br /&gt;Mas não vou me ajoelhar e pedir que fiques&lt;br /&gt;Junto a mim por mais alguns dias do ano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisas de facto de tentar correr&lt;br /&gt;Para ver se não te arrasto comigo para o fundo&lt;br /&gt;Hei de sobreviver  , nadar, o mar vencer&lt;br /&gt;Construir dia a pós dia, de novo o meu mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, You don’t have to run away, baby&lt;br /&gt;Cause I know how to be by myself, fine&lt;br /&gt;you don't have to be afraid of gray days&lt;br /&gt;because i'll never stop to shine&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-5833992689270402333?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/5833992689270402333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=5833992689270402333' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5833992689270402333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5833992689270402333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/06/you-dont-have-to-run-away.html' title='You don’t have to run away'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-5282427671810377387</id><published>2010-06-03T15:51:00.001-03:00</published><updated>2010-06-03T16:06:35.944-03:00</updated><title type='text'>Aldeia global</title><content type='html'>A certa altura do seculo passado, o sociologo canadense Marshall McLuhan resolveu cunhar uma expressao muito peculiar:  aldeia global. McLuhan pretendia com esse conceito, explicar as alteracoes sociais que se davam com o advento das novas tecnologias. O canadense no entanto referia-se principal e constantemente aos efeitos da TV. Hoje nos sentinos esses efeitos principalmente por parte dos telefones moveis e da internet. &lt;br /&gt;A principio a novidade causou estranheza a muito boa gente, eu incluo-me neste grupo, claro. Nao por ser boa  gente, isso nao me cabe a mim dizer, mas por tambem ter estranhado  o novo conceito.  Nao conseguia perceber a ligacao entre a palavra aldeia, que na minha limitada cabeca so podia significar um pequeno agrupamento de casas, perdido em algum interior longinquo (andar de carro mais do que duas horas era sinonimo de lugar distante). Logo a questao que se levantava era:  como eh que uma coisa tao pequena como uma aldeial, podia ser global? Afinal global vem da palavra globo, nesse caso o nosso, o planeta terra. &lt;br /&gt;Ora, a mim  o conceito parecia extremamente paradoxal e eu nao conseguia entende-lo de facto. Para nao parecer muito ignorante entre os amigos, mostrava-me sempre muito conhecedora da materia, “claro que eu sei o que quer dizer, so nao sei explicar de forma simples!” E eles ou acreditavam, ou fingiam muito bem. Com o passar dos anos la fui entendo o conceito. Compreendi que o mundo deixava de ser um planeta grande e passava a ser apenas uma vila, apartir do momento em que se conseguia estar em contacto com pessoas do outro lado do oceano, apenas atendo a uma chamada o clicando em algum tecla do computador. &lt;br /&gt;Noticias que antes podiam demorar anos a chegar ao conhecimento das pessoas, com a invencao, primeiro do radio, depois da televisao e mais tarde da internet, em questao de minutos chegavam a todo o mundo. Eu acredito que nao foram so as inovacoes nas telecomunicacoes levaram a que actualmente esse conceito seja tao valido. Na minha opiniao, a globalizacao comecou muito tempo antes do advento da tv, a globalizacao comecou com a revolucao industrial ainda no seculo XVIII, afinal depois dela o mundo nunca mais foi o mesmo. A mecanizacao dos processos de producao levaram a mudancas a todos os niveis,  que vieram culminar nesse novo mundo da nanotecnologia, microbiologia e outras inovacoes cientificas. &lt;br /&gt;E esse discurso todo porque, pergunta-me-ao os leitores. Eh simples, encontro-me neste momento na Gambia, mas antes de ca chegar, ainda tive que passar por Addis Ababa, na Ethiopia e por Bamako, em Mali. Apesar de nos encontrarmos numa aldeia global, ainda nao nos nos conseguimos livrar das escalas... Em Addis Ababa a escala levou cerca de um dia e meio, o que me deu algum tempo para tentar conhecer e perceber a cidade. Num passeio pelas redondezas do hotel, encontrei um bar, desses que o brasileiro chama boteco, com posters de jogadores de futebol a porta. &lt;br /&gt;Nada de estranho? Bem, os jogadores eram o potugues Cristiano Ronaldo e brasileiro Ronaldinho Gaucho. Em Bamako um jovem de largo sorriso em tom marfim, perguntava se alguem queria taxi. Nada de estranho nisso tambem, mas ele tinha vistido uma t-shirt da seleccao de portugal.  Tudo isso pode ate ser normal numa aldeia global e nao causar estranhaza a muita gente, mas a mim ainda espanta. No entanto, acho que o meu maior espanto foi encontrar na Gambia pessoas que depois de saberem onde eu vinha me diziam: “oh, Angola? I watch Angolan TV here in the Gambia, Zimbo and TPA. I like your dance, kuduro”. Ora digam-me la se a isso nao se chama globalizacao?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicada no NJ122&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-5282427671810377387?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/5282427671810377387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=5282427671810377387' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5282427671810377387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5282427671810377387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/06/aldeia-global.html' title='Aldeia global'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-6501501365552946464</id><published>2010-05-30T18:01:00.002-03:00</published><updated>2010-05-30T18:47:09.570-03:00</updated><title type='text'>Esse já cá canta!</title><content type='html'>"É assim quando a amizade é verdadeira", disse-me a minha mãe, depois de me ver e ouvir aos pulos e gritos no quarto. Bem, na verdade ela só me disse isso depois de eu lhe ter explicado o motivo de tanta alegria: "O meu amigo Vemba ganhou o prémio! Até parece que fui eu!", gritei eufórica. "Ainda acordas a tua sobrinha", retrucou-me ela, quase congelei no ar! E a "caçulê" quase que acordava mesmo, mas como é rija na queda, só se ajeitou e continuou como se nada tivesse acontecido. Eu lá continuei a festejar, mas assim de uma maneira mais calma, silenciosa.&lt;br /&gt;Outros amigos festejaram também, outros reais amigos! A Isabel C.B. por exemplo, aproveitou que já estava no aniversário de uma amiga, e acrescentou mais uma comemoração a primeira. Chegou-se a cabine do DJ, lançou mão do microfone e anunciou aos quatro ventos quem era o winner da vez. Se as pessoas conheciam-no? Isso não interessa, o certo é que comemoraram também!&lt;br /&gt;Calculo que toda a gente em Angola vá reagir assim, mesmo quem não o conheça. Alias, não há dúvida de que agora vão todos procurar saber um pouco mais sobre ele. Mas como eu ia dizendo, acredito que a reacção geral vai ser de alegria, quer o conheçam quer não, quer sejam jornalistas,quer não. Afinal foi um angolano a ganhar. O concorrente from Mozambique que me desculpe, mas esse já cá canta!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-6501501365552946464?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/6501501365552946464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=6501501365552946464' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/6501501365552946464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/6501501365552946464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/05/esse-ja-ca-canta.html' title='Esse já cá canta!'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-7933233201842058477</id><published>2010-05-30T07:26:00.004-03:00</published><updated>2010-05-30T07:40:51.985-03:00</updated><title type='text'>And the winner is............ Sebastião Vemba</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/TAI-4CDNvCI/AAAAAAAAAKw/QJuSBsFOsaw/s1600/DSC02253.JPG.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/TAI-4CDNvCI/AAAAAAAAAKw/QJuSBsFOsaw/s400/DSC02253.JPG.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5477009229179894818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aos 25 anos, Sebastião Vemba acaba de ganhar o prémio CNN/Multichoice de Jornalismo africano, na categoria de Notícias Gerais Para a Língua Portuguesa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-7933233201842058477?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/7933233201842058477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=7933233201842058477' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/7933233201842058477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/7933233201842058477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/05/and-winner-is-sebastiao-vemba.html' title='And the winner is............ Sebastião Vemba'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/TAI-4CDNvCI/AAAAAAAAAKw/QJuSBsFOsaw/s72-c/DSC02253.JPG.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-5265382843638743075</id><published>2010-05-20T13:03:00.001-03:00</published><updated>2010-05-20T13:38:09.271-03:00</updated><title type='text'>“a própria”</title><content type='html'>Mariana sentia-se “a própria” no dia em que completou 18 anos. O cabelo encaracolado, negro, sedoso e comprido até a cintura fina, tinha sido comprado no Brasil pelo namorado e colocado num cabeleireiro na sagrada família, coisa chic. O vestido preto era uma peça digna de nota: um tubinho preto de nylon que quase nem cobria a bunda e que tinha custado uns indizíveis 700 dólares só por ser de grife! Um modelito exclusivo, ela fazia questão de sublinhar. “Ninguém nessa cidade tem uma peça igual a essa”, dizia. Bem… igual pode ser que não, mas eu jurava que tinha visto uma modelo com um idêntico, talvez um número a cima, numa dessas revistas de fofoca.&lt;br /&gt;Não comentei nada claro, afinal ela estava num entusiasmo tão grande, que não valia a pena fazer reparo de um pormenor tão insignificante. Além do que, tinha visto a revista em cima da mesa de centro lá da casa onde fazia limpezas as terças e quintas, por isso nem tinha como provar o que dizia. Fiquei a vê-la encher a cara de maquiagem, material de primeira, tudo comprado no exterior, pelo tal namorado. Quase uma hora de base, pó-de-arroz, sombra, blush, rímel e batom, depois, Mariana parecia outra pessoa. Os espinhos (a filha da minha patroa chama de acne, não sei porquê), tinha desaparecido totalmente!&lt;br /&gt;Eu bem lhe tinha dito que aquela coisa de pintar a cara de vestido posto ia dar azar, mas ela não me ouviu… Embora as pessoas não admitam, sabe mesmo bem dizer: eu não disse? Então foi com algum prazer que eu fiz isso, depois que terminou a sessão de maquiagem. O busto do vestidinho preto quase ficou roxo, porque a sombra era dessa cor, para combinar com os sapatos e a bolsinha (só cabia lá o telemóvel e as chaves de casa). Ah, quase me esqueço de referir: tanto o sapato como o a bolsa eram de marca, o primeiro era Aldo e a segunda era Louis Vuitton. Toda a rua sabia disso, o namorado tinha trazido de uma viagem que fez à Portugal.&lt;br /&gt;A mariana até é boa menina. Ok, talvez fosse melhor conjugar o verbo no passado.  Agora ficava um bocado difícil explicar se ela era boa ou má, alias ficava difícil explicar muita coisa naquela jovem nestes últimos dias. Eu sou um pouco mais velha que a Mariana, na verdade sou amiga é da irmã mais velha dela, a Catarina. Mas é como se ela fosse minha irmã também, via-a crescer aqui no bairro. Menina esperta, olhar vivo energia nos pés e sempre com os dentes a mostra. Era magrinha quando criança, mas de repente, acho que quando andava aí pelos 15 anos, surgiram-lhe as carnes todas, nos lugares exactos.&lt;br /&gt;Três anos depois, Mariana tinha ganho muita coisa além da idade. Os namorados eram sempre HRs (homens ricos), porque segundo ela, tinha que aproveitar o que Deus lhe tinha dado, para garantir o futuro. Como resultado disso, a cozinha da família agora é toda nova, o quarto dela parece um lugar a parte do resto da casa. E apesar de sempre estar matriculada nos melhores colégios, a faculdade não parecia ser o seu obecjtivo final. Este último, Zé Maria, tinha mais 20 anos que ela e era casado, do tipo que estava sempre para se divorciar, mas nem se quer saía de casa. Ela fingia que acreditava nele, ele dava-lhe tudo e assim iam todos felizes.&lt;br /&gt;Mas aquele era um dia diferente, Mariana sentia-se “a própria”. Finalmente tinha atingido a maioridade. E o namorado tinha prometido dar-lhe um presente especial. Quando saímos do quarto cinco estrelas, Zé Maria estava sentado na sala a falar com os “sogros”. Tinha todos um ar resplandecente, de quem se continha, mas tinha vontade de festejar. Depois daquela conversa básica, “estás linda amor”, “milha filha como cresceste” (até parece que ainda não tinham notado), a aniversariante levantou-se expedita, queria sair logo. Do lado de fora, com um enorme laço vermelho, estava estacionado um X8 preto, brilhante, zero quilômetros. Nesse dia, para muitos lá da rua, Mariana tornou-se realmente “a própria”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-5265382843638743075?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/5265382843638743075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=5265382843638743075' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5265382843638743075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5265382843638743075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/05/propria.html' title='“a própria”'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-3437122554801909925</id><published>2010-03-29T08:11:00.000-03:00</published><updated>2010-03-29T08:13:35.582-03:00</updated><title type='text'>Uma nova estrela no céu</title><content type='html'>Dizem que as estrelas morrem e deixam de brilhar no firmamento. Hoje sei que acabamos de presenciar o processo inverso. Apagou-se entre nós aquela que era sem dúvida uma estrela de saber, de conhecimento e história, não só do seu país mas de uma variedade assombrosa de outras coisas. Alda Espírito Santo, figura presente na vida de todo o são-tomense, em particular, de uma maneira ou de outra, quanto mais não seja, nas palavras sublimes que compõem o hino daquele arquipélago, e de todos os africanos no geral, pela sua participação directa nos momentos de emancipação na era colonial, deixou-nos.&lt;br /&gt;Dizer que a sua partida nos deixou no escuro, não seria digno da sua personalidade tão activa, tão radiosa e participativa. Acredito mais na teoria de que ela mais não fez do que ascender à um outro patamar. Hoje ela brilha entre os seus pares semelhantes, fontes constantes de luz no breu que chega aquelas ilhas depois das 18 horas.&lt;br /&gt;Sempre foi difícil dizer adeus, sempre. Mas esse é certamente um adeus especial. Como dizer adeus à um pedaço da nossa própria história? Como abrir mão de pessoas que sempre estiveram presentes de alguma maneira? “Há pessoas que não deveriam morrer”, ouvi várias vezes dizerem sobre a morte dessa senhora. &lt;br /&gt;Nos seus últimos dias, Dona Alda ainda tinha a luz da lucidez e o brilho da inteligência aguçada que sempre lhe foram peculiares, sempre. Foram visita-la algumas amigas. Reconhecia e chamava as pessoas pelo nome, “claro que me lembro desta nossa amiga!”, reagiu quando alguém achou por bem refrescar-lhe a memória. Falava de problemas e coisas que tinham acontecido, inqueria soluções, queria saber dos filhos, das suas notas ou dos seus cursos. &lt;br /&gt;Mas era um falar lento, demorado no entrecortar ofegante de uma respiração já cansada, que anunciava algum erro na escrita daquele poema. Muitas vezes calada interrogava só com o olhar, aquele olhar que penetrava na alma e tinha o poder de fazer confessar qualquer travessura. Era um olhar carregado de sabedoria, uma sapiência humilde, de quem viveu muito mas nem por isso se endureceu ou empobreceu espiritualmente. Ela era acima de tudo professora, ensinava mesmo quando estava calada, porque o silêncio também fala. Era uma biblioteca que fazia questão de ser consultada, procurada, ouvida. &lt;br /&gt;No decorrer daquela que seria sua última visita recebida, quando permanecia calada há já alguns minutos recuperando o fôlego de uma pergunta que havia feito, entrou um médico.  Ele foi simpático com ela, brincou um pouco para descontrair, porque já a essa altura ela estava na defensiva. Tinha razão de o fazer, pois momentos depois, o médico disse-lhe que achava melhor mudá-la “lá para baixo” para a UTI. &lt;br /&gt;“Deixem-me cá estar, porque é que me querem tirar as minhas visitas?” foi a resposta pronta de D. Alda. Ela sabia que era uma viagem sem regresso, e queria despedir-se, estar presente quando os reais amigos a visitassem. Foram cinco ou seis minutos em que ela argumentou com aquele jovem, visivelmente preocupado com a sua saúde. “eu vou lá para baixo amanhã, deixe-me estar aqui só hoje”, continuou a dizer ela.&lt;br /&gt;Era uma pessoa que se costuma obedecer quase por instinto, mas dessa vez até as amigas foram “contra” ela. Quando viram que o médico começava a esmorecer na sua posição, apoiaram-no. “Camarada presidente, nós estamos mesmo de saída e também achamos que deve ir lá para baixo ver essa respiração” “voltamos amanhã e vamos vê-la onde estiver”, frases ditas com segurança para a acalmar, mas que só escondiam o medo que todos sentiam de a perder.&lt;br /&gt;Saíram do quarto, deixando a D. Alda ainda a resmungar sobre mudança, embora já tivesse concordado com ela. Foram pelo corredor conversando sobre amenidades, ninguém querendo falar sobre o obvio. No andar de baixo encontraram a melhor amiga da enferma, companheira incansável e inseparável. D. Maria Alves vinha apressada, tinha ido a casa buscar qualquer coisa, mas voltava rápido para junto da amiga. Quando as viu abrandou, agradeceu a visita e perguntou pela amiga. Quando foi informada de que a levariam para a UTI, cambaleou, assustou-se tremendamente. Tentaram tranquiliza-la, dizer que era um processo só preventivo, mas ela não se convenceu. Tiveram que subir outra vez para ampara-la. Deixaram-nas no andar de cima, as duas tendo que lidar com os seus medos. Dois dias depois Dona Alda deixou-nos. Uma das amigas lembra-se com pesar do momento em que ela lhe havia pedido um beijo, “ela estava a despedir-se, ela sabia”. Também acredito que ela soubesse. Mas como lutadora que sempre foi, não fez alarde, não se imbuiu do espírito de auto-compaixão que se vê principalmente nos sãos. Morreu como sempre viveu, digna, livre, combatente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NJ-113&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-3437122554801909925?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/3437122554801909925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=3437122554801909925' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/3437122554801909925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/3437122554801909925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/03/uma-nova-estrela-no-ceu.html' title='Uma nova estrela no céu'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-5101164321184831451</id><published>2010-03-29T08:05:00.001-03:00</published><updated>2010-03-29T08:11:26.780-03:00</updated><title type='text'>Ana Carolina - Arrasa Cine Atlântico</title><content type='html'>A cantora brasileira Ana Carolina esteve na passada semana em Angola. Depois de um espectáculo na Casa 70, no dia a artista cantou também no Cine atlântico, no passado sábado, 06. Com bilhetes vendidos à seis mil kwanzas, a sala de cinema encontrava-se cheia as 21h15 quando a cantora deu inicio ao show. Alguns minutos depois algumas pessoas ainda continuavam a chegar, apressadas, mostravam o bilhete e entravam. Foi o caso do casal Fredy Costa e Yola Araújo que passou a correr pelos seguranças.&lt;br /&gt;Grande parte dos presentes no show são brasileiros, que entusiasmados gritam: “linda, gostosa!”&lt;br /&gt;Tanto angolanos como os irmãos vindos do outro lado do oceano acompanhavam, uns mais afinados que outros, a cantora em todas as músicas. Enquanto a maioria das pessoas permanece sentada, abanando-se com leques oferecidos a entrada do espectáculo, umas poucas se levantam nas laterais da sala e vivem o show em pé. De repente uma fã mais afoita levanta-se e correndo, sobe ao palco montado com pouca elevação, onde abraça uma Ana Carolina que não se desfaz, retribui o abraço, mas não para de cantar.&lt;br /&gt;Antes mesmo que os seguranças cheguem a moça retira-se do palco, sorriso aberto no rosto, rapidamente se junta as amigas com quem comemora com gritinhos e saltos, como se tivesse cruzado o oceano a nado! Medalha de ouro pela ousadia e por ter conseguido realizar a peripécia sem ser apanhada.&lt;br /&gt;Clamores vão se levantando todas as vezes em que a cantora começa uma musica, ou se levanta para cantar mais a frente no palco, sem a guitarra. Mais duas fãs sobem ao palco, uma delas uma menininha que aparentava ter cerca de 7 anos. Dessa vez mais atentos os seguranças chegaram a tempo de separar fãs e ídolo. &lt;br /&gt;A plateia a princípio tímida e bem comportada vibra juntamente com Ana Carolina ao som de “Vendedor de flores”, todos cantando a plenos pulmões as estrofes da versão brasileira da música de James Blunt. Quando o público entrava finalmente entrava em êxtase total, a cantora anunciava a sua última musica: Elevador. Aí então se deu a catarse geral, com a plateia a levantar-se toda de uma só vez e a rodear o palco baixo, procurando que a cantora lhe desse atenção. &lt;br /&gt;Ana Carolina não se fez rogada, e enquanto soltava a voz soltava também os braços, cumprimentando as pessoas mais próximas à si. Depois de terminada a música, a artista saiu do palco, debaixo de um desesperado brado de “só mais uma”, repetido por várias vezes. Atendendo ao chamado dos fãs, a cantora regressou com “garganta”, ao fim da qual agradeceu carinhosamente (levando a mão ao peito), a atenção do público, fez a vénia com os elementos da sua banda e retirou-se, desta vez definitivamente. “ Foi um show curto, mas valeu a pena, mesmo tão pouco” comentava um amigo com o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NJ 112&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-5101164321184831451?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/5101164321184831451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=5101164321184831451' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5101164321184831451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5101164321184831451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/03/ana-carolina-arrasa-cine-atlantico.html' title='Ana Carolina - Arrasa Cine Atlântico'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-6268226856317146128</id><published>2010-03-29T07:58:00.001-03:00</published><updated>2010-03-29T07:59:59.225-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gastronomia'/><title type='text'>Pintos - Cocktail bar e Restaurante</title><content type='html'>Tem pressa e quer comer alguma coisa rápida, ou quer tomar um copo com os amigos e por a conversa em dia? O Mutamba sugere-lhe o Pintos, Cocktail Bar. Com uma decoração elegante, sem deixar de ser aconchegante, o espaço convida a ficar sempre mais um bocado. Uma mistura entre o tom suavemente perturbante do roxo e o calmante do castanho da madeira, contornam as pequenas mesas a um canto, cadeiras e mesas de pé alto na linha do balcão do bar. &lt;br /&gt;No vão da escada, onde deveria se fazer sentir o vácuo, figura uma jux box, dessas que se via nos filmes americanos do velho oeste. O cliente pode escolher uma música ambiente enquanto degusta um conhaque ou um vermute. Se for degustar uma sandes mista, vai pagar 840 kwanzas. Mas se optar por uma salada grega ou por uma omoleta de gambas, terá que pagar 1500 ou 2980 kwanzas, respectivamente.&lt;br /&gt;Em termos de bebida, há para todos os gostos, com ou sem álcool. O cocktail Cinderela por exemplo, é uma mistura de sumo de laranja, limão e ananás, sem álcool. Se for amante de bebidas mais espirituosas, o barman pode oferecer-lhe um cocktail Calundula preparado com sumo de laranja, maracujá e vodka.&lt;br /&gt;Quer provar o Bacalhau à Pintos, uma posta desse peixe, recheada com presunto, assada no forno com molho de gambas e acompanhada com batatas coradas? Por 4.030 kwanzas, poderá faze-lo numa sala forrada com painéis de madeira intercalados com superfície espelhada, o que lhe dará um ambiente intimista e ao mesmo tempo arejado. Decoradas com toalhas nas cores branca e salmão, as 11 mesas do restaurante são altamente concorridas, sendo aconselhável fazer-se reserva com pelo menos um dia de antecedência. &lt;br /&gt;Comeu peixe a semana toda e apetece-lhe antes um prato de carne? Experimente o Tornedo com cogumelos, um bife de lombo alto, confeccionado na frigideira com cogumelos e molho de natas. Para acompanhar: batas fritas e legumes salteados. Para beber, a carta de vinhos apresentada pelo restaurante oferece várias possibilidades, com garrafas de 750 e 375 ml, vinhos portugueses, franceses, chilenos e sul-africanos.&lt;br /&gt;Quando passar para a sobremesa, ficará deliciado com os dois carrinhos existentes para esse efeito. Um com queijos de vários tipos e de várias origens e o outros com os doces que vão das trates às mouses, passando por semi-frios e gelados. Cada dia uma sobremesa diferente da outra, porque cada dia é um novo dia. &lt;br /&gt;A sala reservada ao restaurante, situa-se no primeiro andar e foi projectada de uma tal maneira que faz um deque (uma espécie de varanda) sobre o bar e possibilita a quem está no andar superior vislumbrar quem se encontra na parte dianteira do rés-do-chão. Outra das mais valias do lugar é a ampla janela panorâmica, com vista para o esverdeado Largo do Atlético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicada no NJ112&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-6268226856317146128?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/6268226856317146128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=6268226856317146128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/6268226856317146128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/6268226856317146128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/03/pintos-cocktail-bar-e-restaurante.html' title='Pintos - Cocktail bar e Restaurante'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-4517338849169935689</id><published>2010-03-29T07:45:00.000-03:00</published><updated>2010-03-29T07:46:58.910-03:00</updated><title type='text'>Mana Mwana</title><content type='html'>Mana Mwana sentou-se finalmente, cansada do dia e da vida. Ginga, Wisa e Ajene, seus três filhos dormiam placidamente, depois do banho tomado e do lanche comido. Ajene apesar de ser adoptado, sempre fora tratado como filho biológico. A mãe do menino tinha morrido à quase 6 anos, vítima de complicações no parto. A falecida era vizinha e amiga, e quando os familiares se recusaram a receber o bebé, por este alegadamente ser feiticeiro, Mana Mwana acolheu-o entre os seus. Era o “caçulê” da família, o mais mimado e o mais dócil também. &lt;br /&gt;A decisão de adoptar o pequeno foi difícil, Zé Maria, pai das duas filhas que já tinha foi contra, disse que não estava para criar o filho dos outros. a família também objectou, afinal já era tão difícil cuidar das duas meninas, porquê arranjar mais dor de cabeça? Algumas amigas também questionaram a sua decisão, uma chegou a dizer: “assim é o quê? Vontade mesmo de ter filho homem? Faz embora o teu”. Embora a pressão fosse muita, Mwana não desistiu dos seus intentos. Ajene foi viver com a nova família alguns dias depois e estava lá até hoje.&lt;br /&gt;Zé Maria, esse não estava mais com a família. Embora ele acusa-se a chegada do menino com o factor principal do seu afastamento, toda a agente sabia que ele tinha preferido ir morar com uma senhora abastada que lhe dava de tudo. Ele tinha até deixado o emprego de pedreiro, porque não combinava com a nova vida. Agora viva as custas da nova mulher e por isso mesmo nunca tinha dinheiro para dar aos filhos. Ou pelo menos era assim que Mana Mwana pensava. &lt;br /&gt;Cansada pegou no pequeno espelho em cima da cómoda velha. Mas antes de reparar nos seus traços cansados e preocupados, olhou para o reflexo dos seus três pequenos, deitados na cama de casal, tranquilamente entregues ao mundo dos sonhos. “No que estarão a sonhar? Espero que com coisas boas” pensou. Depois lá se fixou em si mesma: começava a pesar a idade. Ao 41 parecia mais estar perto dos 50, semblante sempre franzido, umas quantas pinças em redor dos olhos. &lt;br /&gt;Mwana vende roupa do Brasil no Roque. Nunca foi às terras do Lula, apenas trabalha por conta doutrem. A patroa é uma senhora de nome Rita, que além de pouco delicada também é aparentada com o Caim, muito agarrada aos bens materiais, secretamente apelidada de “ambi” entre as outras vendedoras. A rotinha da grande feira era pesada. Acordava antes que o sol raia-se, porque era nesse horário que as pessoas apareciam e levavam mais coisas. Todos os dias tinha que discutir com fregueses que só queriam levar numeração pequena das calças jeans. Ao almoço, comia sempre aquele macaiabo, feito em condições duvidosas. Mas o seu aparelho digestivo já estava blindado.&lt;br /&gt;Quando saía do roque por volta das 12 horas, Mana ia ainda trabalhar como doméstica em casa de uma família cheia de “guito”, que morava na Sagrada Família. Ficava aí até as 17 e só então ia para casa. Até chegar ao Prenda, onde morava, levava mais um bom tempo por causa do engarrafamento. Apesar de estafada, em casa ainda inventava forças para brincar e ver os trabalhos da escola dos filhos. Conversava com a irmã de 19 anos que morava com ela enquanto preparava a comida para o dia seguinte.&lt;br /&gt;Eram 4 bocas para alimentar, porque Mwana não queria que a irmã trabalhasse, para não atrapalhar os estudos. “Ela tem que ser doutora” justificava constantemente. Linda entendia as preocupações da irmã e esforçava-se ao máximo para ser a primeira em todas as cadeiras daquele primeiro ano de direito. Se corresse tudo bem ia conseguir uma bolsa de estudos e não mais sobrecarregar a mana. &lt;br /&gt;Quando Mana Mwana se deitou nesse dia, já passava das 22h, tinha perdido muito tempo a pensar na vida. Apesar de cansada sentia-se feliz. Os filhos e a irmã estavam alimentados, bem cuidados e o mais importante: recebiam instrução e “seriam alguém um dia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado na edição 111 do Novo Jornal&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-4517338849169935689?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/4517338849169935689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=4517338849169935689' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/4517338849169935689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/4517338849169935689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2010/03/mana-mwana.html' title='Mana Mwana'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-6630339219437481283</id><published>2009-12-03T12:07:00.001-03:00</published><updated>2009-12-03T12:09:54.041-03:00</updated><title type='text'>Uma carta para si</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Querida Leninha,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que estas curtas linhas te encontrem de boa saúde. Eu por cá  vou bem, a mãe e a tia continuam bem e começaram finalmente a praticar natação. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembram-se? As cartas costumavam começar de maneiras similares a esta. Chegavam com notícias alegres de pessoas distantes, ou outras nem tão felizes assim de pessoas mais próximas. As pessoas escreviam para familiares e amigos, só para dizer “olá, saudades tuas”.&lt;br /&gt;Eram cartas de amor, de amizade e até de desafecto, onde as pessoas expressavam os seus sentimentos, contavam as novidades ou pediam favores. Sempre gostei muito de receber e escrever cartas, ainda hoje fico feliz por receber uma carta. Só é pena que essa felicidade dure tão pouco, pois os envelopes que recebo hoje são maioritariamente portadores de contas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas cartas escrevi eu nos tempos da escola, para as tias que moravam em Portugal., para a irmã e os amigos que ao fim de algum tempo também acabaram por se mudar para lá, para um ou outro professor doente. Lembro-me que antes de uma carta haviam sempre dois ou três rascunhos, porque o primeiro era mostrado a mãe para que se corrigissem os erros, e os outros eram as tentativas de tecer uma missiva perfeita, sem letras tortas ou borrões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! E havia também os amigos por correspondência! Pessoas que nunca chegamos a conhecer pessoalmente, mas com quem trocávamos ideias, a quem mandávamos fotos e pequenas lembranças. Tive 4 ou 5, todos de Portugal, porque a língua era um factor condicionador. Alguns “conheci” por intermédio de amigos, outros porque encontrei o endereço em alguma revista chegada a São Tomé com meses de atraso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje essas cartas são meras recordações, guardadas numa caixa de sapatos, ou esquecidas em alguma gaveta bolorenta. As pessoas não mandam mais cartas, escrevem emails ou mensagem de texto pelo telemóvel. Grandes distâncias são vencidas por pequenos cliques! E aos poucos esquecemo-nos de como se usa o papel e a caneta, até os trabalhos da escola são entregues “batidos” no computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há anos que não vemos um carteiro em São Tomé e Príncipe. Alias, eu não me lembro de ter alguma vez visto um, desses de farda e a bolsa cheia de cartas, nas ilhas maravilhosas. Talvez por ter tão pouca idade (e aí o “pouca” depende efectivamente de quem lê!). Sei que antes da independência eles existiam, mas parece que nos emancipamos deles também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós embrenhamo-nos tanto pelos caminhos da informática que acabamos por perder certos laços e entregarmo-nos aos braços da solidão cibernética. Chegamos a uma época em que as pessoas sentem preguiça de mandar um postal quando vão de férias, mas não sentem cansaço nenhum depois de passarem mais de 5 horas em frente ao computador ou depois de trocarem mais de 100 SMS (Short Message Service- serviço de mensagem curta por telemóvel) com os amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero com isso dizer que o progresso é maligno, longe de mim uma afirmação dessas! Quero dizer que devemos prestar mais atenção ao homem, pois a máquina veio para ajudar, não para atrapalhar as relações interpessoais. Claro que é óptimo saber notícias da família a qualquer hora, ou “reunir” pessoas em pontos distantes do globo para uma reunião via videoconferência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São facilidades que aceleram os processos de comunicação e nos fazem ganhar tempo numa altura em que ele é dinheiro. Mas e aonde ficam os pequenos detalhes como perceber que alguma coisa está mal, só de olhar para a cara do amigo, se vocês só se “falam” por SMS? Onde fica o sentimento de vitória que vem depois de demorar meia hora para perceber que afinal era um F em vez de um J? Onde ficam as emoções, os sentimentos? Provavelmente perdidos na rede quando a caixa de correio está cheia, ou o telemóvel está desligado. E desejando que descanse em Paz, peço perdão ao actor Raul Solnado para o mudar a sua célebre frase: “ façam o favor de escreverem uma carta!” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E Assim sem mais me despeço querida amiga, sempre com votos de que as coisas continuem a correr-te muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: parabéns pelas recentes conquistas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijinhos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aoaní  d’Alva.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-6630339219437481283?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/6630339219437481283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=6630339219437481283' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/6630339219437481283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/6630339219437481283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2009/12/uma-carta-para-si.html' title='Uma carta para si'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-1801324042730144255</id><published>2009-12-03T11:59:00.001-03:00</published><updated>2009-12-03T12:05:33.270-03:00</updated><title type='text'>É boato!</title><content type='html'>Como chefe de contabilidade, Filipe chegou ao trabalho pontualmente as 8 horas. fez tudo o que sempre fazia, verificou os email, participou da reunião de chefes de secção, as 10 ligou a mãe, e ao meio dia e 45 foi almoçar. Ele era assim, programado ao mais pequeno pormenor. não chegava atrasado a lugar nenhum, e quando acontecesse algum imprevisto, tratava de avisar com urgência as pessoas que pudessem estar a sua espera. &lt;br /&gt;Educado ao extremo, e completamente reservado na sua vida pessoal, Filipe sempre foi alvo de curiosidade &lt;br /&gt; por parte dos colegas. Sempre houve, principalmente por parte das senhoras muito interesse por escrutinar o Filipe além do trabalho. todas as tentativas no entanto foram falhas. Nos quase três ano em que trabalhava na firma, nunca tinha saído com nenhuma das moças que tão abertamente se a tiravam em seus braços, e podia-se contar pelos dedos de uma só mão as vezes em que tinha ido beber um copo com os "rapazes". &lt;br /&gt;Todo esse secretismo em vez de afastar os curiosos só os fazia crescer mais em torno de Filipe. No inicio do segundo ano de trabalho começaram a surgir boatos de que ele era gay. Alguém da empresa que tinha um amigo que conhecia alguém que tinha um primo que conhecia o suposto namorado do chefe da contabilidade, fez circular a "notícia". Uma semana depois já se falava na possibilidade dele ter contraído a sida. &lt;br /&gt;Dois meses depois de começar o falatório, Filipe foi chamado pela direcção da empresa para que esclarecesse as duvidas que se levantavam. Ultrajado recusou-se a responder ao que lhe parecia um abuso de poder. Questionou a autoridade dos chefes sobre a sua vida privada acusando-os de intromissão, e asseverou que caso fizessem mesmo questão de invadir a sua privacidade, poria o seu cargo a disposição de outrem.&lt;br /&gt;E foi o acender do rastilho para o barril de pólvora. No mês seguinte toda a cidade "sabia" que Filipe era gay e que definitivamente tinha sida, porque só os gays possuíam essa doença. Enquanto se discutia em praça pública a sua vida, Filipe travava na sua intimidade outra batalha. A mãe fora despedida por causa da fofoca, Rachel, jovem extremamente religiosa, moradora de uma cidade vizinha com quem esperava casar, também ouvira os dumores e rompera o namoro secreto que vinham mantendo a mais de 3 anos.&lt;br /&gt;Para completar o quadro, surgiu o boato de que o jovem vinha desviando verbas da empresa para uma conta num paraíso fiscal. Foi suspenso das suas funções para que se averiguasse a procedência das informações.Então Filipe sentiu o mundo desmoronar em cima da sua cabeça, teve um esgotamento nevoso e entrou em surto psicológico. Hoje está internado no hospital psiquiátrico da cidade, nunca mais voltou a si.&lt;br /&gt; Os boatos, as fofocas, os rumores e os mexericos pertencem todos a mesma categoria: noticia sem fundamento, veiculada publicamente com o principal objectivo de causar dano de algum tipo, quanto mais não seja, chamuscar de leve a reputação de alguém. &lt;br /&gt;Ora, depois de saber que há pessoas como o ex-ministro da agricultura japonês,Toshikatsu Matsuoka, que não aguentam a vergonha e o ultraje que essas acusações acalentam para si e para os seus e acabam por tirar a própria vida, temos que concordar que as vezes esses rumores fazem mais do que chamuscar de leve, eles chegam a queimar por completo uma vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-1801324042730144255?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/1801324042730144255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=1801324042730144255' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/1801324042730144255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/1801324042730144255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2009/12/e-boato.html' title='É boato!'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-3717596101848538563</id><published>2009-08-20T14:21:00.002-03:00</published><updated>2009-08-20T14:31:00.096-03:00</updated><title type='text'>FLAMBA</title><content type='html'>Flamba vivia em Paris há 15 anos, numa rua estreita a duas quadras da “Champs Elisée”. Nesses longos anos aquela senhora de 40 anos viveu quase que exclusivamente para o trabalho. Tinha saído de Lugarelhos, pequena nação no coração da América Latina, em busca do sonho de ser modelo. A vida não lhe saíra tal como o planeado, o seu percurso fora marcado por várias voltas e reviravoltas, e trilhara um caminho nada esperado.&lt;br /&gt;Há 15 anos quando chegou a França trazia na bagagem os sonhos, muitas roupas e algum dinheiro. Logo descobriu que as suas economias de 5 anos pouco durariam na cidade Luz e para se aguentar até que “o seu momento chegasse”, como costumava dizer, procurou emprego na única área em que tinha alguma habilidade: cabeleireiro. A oportunidade surgiu quando durante um casting a cabeleireira da agência elogiou o seu penteado. Quando soube que a própria Flamba tinha criado o seu penteado, a cabeleireira convidou-a imediatamente para ser sua assistente. &lt;br /&gt;A criatividade e habilidade com que lidava com todo e qualquer tipo de cabelo fizeram com que fosse promovida em tempo recorde, em menos de seis meses era a chefe de cabeleireiros da agência. No ano seguinte abria a público o Flamba’s, o cabeleireiro mais concorrido de todos em toda a cidade. Os anos que se seguiram foram de trabalho árduo e intensivo, anos em que era o único cabeleireiro a abrir aos domingos, e o único que atendia a primeira-dama e as estrelas de cinema do país “come il fout”. &lt;br /&gt;Chegou a ser convidada para trabalhar com a produção internacional do filme “o quinto elemento”, mas teve que recusar para honrar os seus clientes. O seu espaço produziu cerca de 30 capas da Vougue e da Elle, a própria Flamba tornou-se referencia e concedeu várias entrevistas a essas e outras revistas e aos principais jornais televisivos do país. Flamba era chamada de rainha do pente e da tesoura e tratada com tanta reverência no mudo dos cabelos como Anna Wintour era tratada no mundo da moda. &lt;br /&gt;Nesse turbilhão que era a sua vida profissional ainda houve tempo para um casamento, com um empresário do mundo dos cosméticos, três filhos, duas meninas e um rapaz. Flamba foi feliz por 15 anos, tinha uma vida preenchida nos dois campos, embora passasse mais tempo no trabalho. E finalmente ia levar a família para conhecer a sua terra natal. Correu tudo bem, conseguiram uns dias de férias no verão e embarcaram.&lt;br /&gt;Eles nunca chegaram ao seu destino, o avião em que iam despenhou-se no mar. Todos os noticiários de França e de Lugarelhos fizeram cobertura do acidente. As duas nações choravam amargamente a sua perda. Uma família inteira, varrida do mapa assim, sem mais nem menos. Ao fim de três meses pararam as buscas e eles foram dados como mortos, nem corpos houve para enterrar. Criaram um monumento a Flamba nos dois países. &lt;br /&gt;É uma história feliz com um final triste, bem sei. Mas a vida não é uma história, e não se pode prever o que ela nos reserva. É necessário que façamos uma análise à nossa história e que tentemos ainda que sem sucesso adivinhar o nosso futuro. Porque poucos podem ser como Flamba e ter uma vida marcada por sucessos e momento felizes se não há trabalho, nem esforço. É preciso que nos esforcemos para que quando for a nossa vez, tenhamos feito história e não sejamos esquecidos ao fim de 3 meses, juntamente com os destroços de um avião ou de um barco.&lt;br /&gt;Uma história em memória das várias pessoas que vêm perdendo a vida de maneira tão inesperada e brutal, seja em quedas de airbus no meio do oceano Índico, seja em naufrágios como o do Theresse", ao largo da nossa costa. E como não podia deixar de ser, rendo aqui também a minha mais sentida homenagem ao rei da música pop, Michael Jackson.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-3717596101848538563?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/3717596101848538563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=3717596101848538563' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/3717596101848538563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/3717596101848538563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2009/08/flamba.html' title='FLAMBA'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-8158976272230245364</id><published>2009-07-25T15:42:00.000-03:00</published><updated>2009-07-25T15:48:59.116-03:00</updated><title type='text'>Octávio</title><content type='html'>Octávio acordou transpirado e sobressaltado, sentiu um medo enorme. Nesse estado de espírito, ele levantou-se e foi caminhando sem fazer barulho até ao seu antigo quarto. Há mais de um ano que ele não dormia naquele quarto. Ele e Susana haviam discutido barbaramente naquele dia. Ela acusara-o de ser infiel e pedira o divórcio. Mesmo sabendo que a mulher tinha razão, Octávio reagira mal, insultando a esposa e dando-lhe uma surra. Foi a primeira vez que levantou a mão para uma mulher, e logo para a mãe do seu filho. Depois dos ânimos se acalmarem ele caiu em si, arrependeu-se mas era demasiado orgulhoso para reconhecer um erro e pedir desculpas.&lt;br /&gt;Eles tinham-se casado há mais de sete anos numa cerimónia bonita, só para os familiares e amigos mais próximos.  Tinham um filho pequeno, Daniel, de cinco anos. Felizmente naquele dia Daniel tinha ido passear a casa dos avós, não tendo assitido, assim, aquela triste cena. Octávio e Susana eram os dois trabalhadores independentes, ele médico com consultório próprio e ela advogada, também com firma própria. Os dois eram óptimos no que faziam, profisssionais dedicados e cuidadosos, eram adorados pelos colegas, pacientes e clientes.&lt;br /&gt;Na relação deles tudo correu bem, havia respeito, cumplicidade, confiança, paixão e harmonia. Tudo mudou quando Octávio arranjou uma amante. Ao contrário do canta Matias Damásio na musica “A Outra”, essa nova mulher queria vê-lo todos os dias, e ele fazia as suas vontades. Começou por deixar de jantar em casa, depois foi faltando aos almoços também, sempre alegando reuniões e consultas de urgencia. Susana foi relevando até que por fim ele informou que ia voltar a fazer piquetes noturnos no hospital. Diante de tal revelação, ela revoltou-se e perguntou ao marido se além de tudo ele também ia dormir fora de casa!&lt;br /&gt;Encurralado e sem saber o que responder Octávio levantou a voz e mandou calar a mulher. Mas quando Susana não o obedeceu ele ameaçou bater-lhe. A ameaça só conseguiu agita-la ainda mais, pelo que começou então a gritar com o marido. Irritado e alterado como o Octávio estava, só lhe ocorreu fazer uma coisa para calar a mulher. Levantou a mão e deu-lhe um estalo tão grande que Susana caiu para trás, batendo com a cabeça no chão. Ainda levado pela raiva Octávio sentiu uma repentina vontade de pontapear a mulher ali deitada, e foi o que ele fez. Além dos pontapés foram acrescentados socos e abanões. &lt;br /&gt;Alertados pelos gritos de Susana, os vizinhos acudiram mesmo a tempo de impedir Octávio de estrangular a mulher!  Foi um choque total, ninguém conhecia essa faceta dele. Aquele casal sempre tão simpático e cordial, que parecia não ter problemas revelara-se uma grande e triste surpresa. Levaram a Susana as pressas para o hospital Aires de Meneses, onde lhe foi diagnosticado traumatismo craniano, fractura do maxilar e de duas costelas. Octávio continuou em casa, aparentemente em estado de choque. Nem ele conseguia entender o que lhe tinha passado pela cabeça para agir daquela maneira tão selvagem. &lt;br /&gt;Susana ficou dois meses internada no hospital, quase sem se poder mexer, sendo alimentada primeiro por via de uma sonda, e depois com a ajuda da mãe e das irmãs. Toda a família dela, tirando a mãe e as irmãs, aconselhavam-na a esquecer o assunto e perdoar o marido, pois ele não havia agido de má fé. Quando ela dizia que de boa fé também Octávio não tinha agido, eles respondiam simplesmente que ele se tinha descontrolado um “bocadinho”. Então indignada Susana discutia com eles e lembrava-lhes aos berros que o marido nem se dignara a pedir perdão nas poucas vezes que a tinha ido visitar.&lt;br /&gt;Foi assim que ao fim do terceiro mês depois do fatídico dia, e contrariando quase toda a sua família e a maior parte dos amigos, Susana entrou na justiça com o pedido de divórcio. Octávio apanhou um susto quando foi notificado e mesmo sabendo que a culpa era sua, pôs-se a difamar a mulher em praça pública e entre os amigos em comum. Depois vendo que a mulher não desistia, chantageou-a, ameaçando tirar-lhe o filho. E de facto com a ajuda de amigos e até de alguns familiares de Susana, quase ficava com a guarda do filho. &lt;br /&gt;Vendo que não conseguia demover a mulher, Octávio recorreu então á “estratégia” ciúmes, começando a desfilar abertamente com a tal amante, uma enfermeira do posto médico. E foi esse comportamento que o destruiu, pois não faltaram testemunhas que quisessem contar a juíza responsável pelo processo, como Octávio era infiel a esposa.&lt;br /&gt; E um ano depois do fatídico dia, precisamente no dia 12 de Julho, lá estava ele naquele quarto outra vez. Nunca mais voltara a dormir naquela cama, agora dormia no quarto que fora do filho. Enquanto relembrava todos os episódios daquele drama em que se metera, amanheceu, mas Octávio não reparou no sol esplendoroso que se fazia sentir naquele domingo, nem nas  pessoas atarefadas, correndo para a praça de independência a fim de participarem das festividades do dia da independência… Octávio, já não via nem sentia nada há muito tempo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-8158976272230245364?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/8158976272230245364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=8158976272230245364' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/8158976272230245364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/8158976272230245364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2009/07/octavio.html' title='Octávio'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-4270959635438464980</id><published>2009-05-20T08:47:00.003-03:00</published><updated>2009-05-20T13:38:01.418-03:00</updated><title type='text'>O polícia e o ladrão</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O polícia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Pronto, está limpa.” Eduardo Luis se certifica de que a arma está travada e a guarda. Há meses esse mesmo momento se repetia todas as noites. Desde que entrara para o Ronda de Ações Intensivas e Ostensivas, sua vida se transformou. Aprendera tanta coisa em tão pouco tempo. Sua visão de abordagem e tratamento de suspeitos foi o que mais mudou, aprendeu a tratar as pessoas com mais respeito e amabilidade. &lt;br /&gt;Ser policial já não significava maltratar pessoas de baixa renda só pela sua aparência humilde e “duvidosa” como diziam alguns colegas. Desde que fazia parte do “Raio”, Eduardo sentia que a vida no seu bairro e na vizinhança melhorava. Os meliantes já não agiam de forma tão aberta, a população circulava mais tranqüila pelas ruas, mesmo em horas tardias da noite.&lt;br /&gt;Assim como em todas as noites desde que trouxera pela primeira vez uma arma de fogo para casa, Eduardo Luis conferiu todos os processos de segurança antes de ir dormir. No fim da checagem diária, ele se ajoelhou, fez o sinal da cruz e recitou a mesma prece : “ obrigado senhor por todas as graças concedidas. Me dê luz para eu nunca ter que fazer uso dessa arma, amem.”&lt;br /&gt;No dia seguinte o despertador não toucou. Eduardo Luis saiu tarde, mal teve tempo para o café da manhã. Quando assomava a porta de entrada percebeu a movimentação em frente à casa. Um homem desconhecido acabava de assaltar André Luis, seu irmão mais velho, e roubar a sua moto.  Foi tudo muito rápido. Quando deu por si, estava em perseguição ao homem desconhecido.&lt;br /&gt;Luzes e sirenes ligadas nada pareciam significar para o meliante. Quando estava perto de alcançar o larápio Eduardo Luis ouviu o primeiro disparo. A bala passou bem perto a seu ouvido! Pelo menos foi o que ele pensou no momento. Assustado com a detonação, Eduardo reduz a velocidade e avalia se sofreu algum ferimento. Tempo suficiente para o meliante se mudar para um automóvel.&lt;br /&gt;Na adrenalina da perseguição a moto roubada, o policial não tinha pensado na hipótese de que o carro que seguia a frente da moto de seu irmão, tivesse ligações com o larápio. De volta a perseguição Eduardo saca e destrava a sua arma. De novo ele faz a prece, “Louvado sejas senhor! Me dê luz para eu nunca ter que fazer uso dessa arma, amem”. &lt;br /&gt;Deus estava distraído no momento do pedido de Eduardo Luis. Sua prece não foi escutada, e cinco minutos depois o policial dispara. Dos suspeitos quem saíam do carro batido no muro, um cai. É o sujeito da moto. O policial pede aos transeuntes que chamem uma ambulância e se prepara para continuar a perseguição aos outros dois meliantes. Depois de caminhar meio quarteirão ele volta atrás.&lt;br /&gt;Eduardo Luis se ajoelha junto ao ferido e tenta estancar a hemorragia em seu tórax. Junta-se gente em redor da cena.  Respiração boca-a-boca e massagem cardíaca, tudo é feito. Uma, duas, três vezes e nada. Chega a ambulância, paramédicos, macas, botijas de oxigênio, tudo para nada. “Esse já era” diz um dos paramédicos. Eduardo quase nem escuta, está tendo outra conversa. “Ai senhor, porque não atendeste as minhas preces?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O ladrão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Claudinho Sentado no ônibus revê mentalmente os planos para por em prática no dia seguinte. Ele, João e Deusidete iam levar acabo uma série de “ações decisivas” como ele chamava. Nunca havia feito algo te tão grande. Fazia um mês que Claudinho tinha começado a roubar. Antes disso ele tinha num emprego, as coisas iam bem na vida. Tinha uma filha linda de um ano e seis meses, uma esposa dedicada e se dava bem com os pais. &lt;br /&gt;Tudo mudou quando a empresa em que trabalhava fechou as portas sem aviso prévio. Simplesmente numa segunda de manhã os funcionários chegaram e encontraram o galpão onde funcionava a gráfica completamente vazio. Foi um duro golpe para as finanças da família. Ele era quem melhor recebia e quem mais contribuía em casa.&lt;br /&gt;Depois de semanas com o jornal de baixo do braço, e batendo de porta em porta a procura de um emprego, Claudinho finalmente anunciou em casa que tinha conseguido. Ia ser vendedor de uma empresa de venda a domicílio. Era uma loja dessas que vende tudo, aparelho Celular, relógio, mp3, aparelho de som para carro. Tudo em segunda mão, com facilidades de pagamento.&lt;br /&gt;Como ele sempre fora uma pessoa honesta, ninguém desconfiou. Quem iria sequer duvidar de Claudinho? O melhor filho do senhor Severino. O caçula que apesar das dificuldades, sempre tinha estudado e ajudado muito a família.Ninguém achou estranho esse emprego caído do céu, com tantas vantagens. O Claudinho era inteligente e tinha estudado. &lt;br /&gt;Nos primeiros tempos o jovem trabalha sozinho. Usa a inteligência e a esperteza, tão elogiadas nos tempos da escola, para criar estratégias de roubo e assalto. Apesar de usar uma arma, ele nunca pensou em realmente disparar e matar alguém. A arma era simplesmente parte da estratégia de intimidação na hora do assalto. Tanto que ele nunca a destravava.&lt;br /&gt;Esse “trabalho” era para ser temporário. Só até “eu conseguir arrumar um bom emprego”, costumava pensar. Mas então as coisas fugiram ao seu controle. Era muito dinheiro entrando em casa. Como iria justificar para a família a saída de um emprego tão bom? E para completar, ele conheceu João e Deusidete. Foi aí que as coisas estragaram. Ele deixou de trabalhar sozinho.&lt;br /&gt;João e Deusidete eram um casal estranho. Ela apesar de pequena parecia mandar e demandar naquele homem de 1,85cm e 95 kg. Eles conheceram Claudinho no dia em que tentavam assaltar uma loja, faziam três semanas. Eles tentaram durante horas e quando estavam indo embora viram de dentro do carro como Claudinho fazia tudo em menos de cinco minutos.&lt;br /&gt;Claudinho ainda se lembra do susto que levou quando saiu da loja de informática. Primeiro achou que fossem policiais a paisana, depois que o iam roubar e matar. No fim o casal explicou que apenas o queriam conhecer porque estavam admirados com as suas habilidades, pois haviam tentado a noite toda arrombar a loja, coisa que ele fez em minutos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir desse dia Claudinho se transformou no mentor do casal. Um professor na arte de bem roubar. Se eles tinham algum lugar em vista para assaltar, Claudinho criava a estratégia e o plano de ação. Tudo correu bem até que João e Deusidete acharam que deveriam tentar eles mesmo criar uma estratégia. Um teste para saber se eles evoluíam.&lt;br /&gt;Claudinho concordou, não ia ser um roubo para o negócio, ia ser quase uma diversão, um jogo.  O plano tinha falhas, mas ele achou melhor executar para mostrar na prática quais eram os problemas, por isso não disse nada. Iam roubar uma moto, qualquer moto, de qualquer pessoa. Era suposto ser um plano aplicável em qualquer situação.&lt;br /&gt;No dia do roubo da moto Claudinho soube da surpresa, ia ser ele a executar o plano. Ele ainda tentou argumentar , fazê-los desistir, mas na conseguiu. Mudaram o plano, iam o três ao mesmo tempo, para o caso de algum precisar de ajuda. no momento em que saíram co carro Claudinho teve um mau pressentimento, mas ignorou-o, não queria parecer fraco.&lt;br /&gt;Foi tudo muito rápido. Eles conseguiram roubar a moto, mas quando ele saía da frente do portão da casa do dono da moto, alguém lhe deu voz de prisão. Assustado ele acelerou, fugiu. João e Deusidete já tinham saído, iam mais a frente no carro. Momentos depois Claudinho ouve as sirenes e vê pelo espelho retrovisor um policial motorizado do “ronda”.&lt;br /&gt;Um tiro se ouve. Do carro dispararam contra o policial. “Ele deve estar ferido, reduziu.” grita Deusidete. Claudinho abandona a moto e entra no carro. “esse policial tem sete vidas é?” pergunta João momentos depois, o policial voltou a perseguição. Descontrolado João bate o carro no murro de uma casa. O trio sai do carro e Deusidete dispara para fazer parar o policial.&lt;br /&gt;Claudinho promete sair do mundo do crime se sobreviver. Então soa uma detonação diferente da da arma de Deusidete. Quase no mesmo instante ele sente a dor e cai. Ele sente alguém por perto, mas ñ presta atenção. Só ouve ao longe uma musica tocar. &lt;br /&gt;“... Bateu de frente/ Um bandido e um/ Sub-tenente lá do batalhão/ Foi tiro de lá e de cá/ Balas perdidas no ar ...”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-4270959635438464980?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/4270959635438464980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=4270959635438464980' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/4270959635438464980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/4270959635438464980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2009/05/o-policia-e-o-ladrao.html' title='O polícia e o ladrão'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-5128058229047185498</id><published>2009-03-17T20:16:00.001-03:00</published><updated>2009-03-17T20:30:04.808-03:00</updated><title type='text'>Hermínia</title><content type='html'>Hermínia sentou-se à mesa e olhou para o relógio. Marcos estava atrasado, estranhamente atrasado. Tinham-se conhecido há dois anos, quando ele ainda era um recém-chegado as Ilhas, vindo com o primeiro corpo diplomático brasileiro a instalar-se no país. Ela tinha acabado de terminar o curso de direito em Coimbra, e foram apresentados durante uma festa. Lembrava-se desse dia como se tivesse sido ontem, fora mágico! Como ela dizia sempre: “não foi amor a primeira vista, mas que foi qualquer coisa a primeira vista, isso foi!”.&lt;br /&gt; Marcos pediu-lhe em namoro a moda antiga. Depois de duas semanas de encontros, jantares e passeios ele perguntou: “você quer namorar comigo Mínia?”. Hermínia ficou momentaneamente especada a olhar para ele, sentindo a musicalidade do sotaque brasileiro embalar-lhe os pensamentos. Pensando ter ouvido mal ela pediu-lhe que repetisse, e ele assim o fez. Depois de ter a certeza de ter ouvido a coisa certa, Hermínia titubeio e calou-se. Ficou assim nesse pasmar alguns minutos. &lt;br /&gt;Quando, já convicto de uma resposta negativa, Marcos se preparava para ouvir o discurso  do “ é melhor sermos só amigos”, eis que ela responde placidamente: “sim”. Agora era a vez dele entrar em choque. Soltou o ar que nem se tinha dado conta de prender e sorriu. Ficaram ainda algumas horas no restaurante, saboreando a estranha mistura entre a leveza do sentimento confessado e o medo de dar os passos seguintes. Para disfarçar o nervosismo Hermínia falava, falava muito sobre praticamente tudo, já Marcos só ouvia. Duas horas depois ele levanta-se, contorna a mesa e dá-lhe um beijo.&lt;br /&gt;As amigas quando souberam do namoro reagiram das mais variadas maneiras. Houve quem desse os parabéns e desejasse tudo de bom, ma também houve quem dissesse que o rapaz não prestava só por ser brasileiro, e ainda quem desse um prazo de semanas até que ele se cansasse. Deu para descobrir as verdadeiras amigas! Ao fim de alguns meses ela apresentou-o à mãe e as tias com quem morava. Correu tudo mal, faltou luz no dia, ela queimou o jantar, a tia Madalena deixou cair o pudim de laranja e a mãe torceu o pé.&lt;br /&gt;Herminia não era uma pessoa supersticiosa, mas depois de tantos acidentes ligou para o Marcos convicta de que aquele dia era um dia de azar. Para seu desespero ele recusou-se a remarcar o jantar para outro dia e pior, avisou que chegaria na hora combinada, ou seja dali a uma hora. E de facto, uma hora depois ele lá estava: recipiente com concons e bananas fritas numa mão, pote de gelado napolitano na outra e garrafa de vinho branco de baixo do braço. Foi uma noite fantástica, e ao fim de umas horas de boa comida e conversa agradável, mais ninguém se lembrava dos azares.&lt;br /&gt;No aniversário de um ano Marcos convidou Hermínia à ir com ele à sua cidade natal, no sul do Brasil para conhecer o seu pai. Ela aceitou impulsivamente, mas passou a viagem toda a martirizar-se. “ E se ele não gosta de mim? E se ele for preconceituoso?” Muitos e ses depois, eles chegaram a Florianópolis. Assim como aconteceu com Marcos Hermínia sentiu uma simpatia quase instantânea pelo senhor George. Foram duas semanas de puro êxtase, em que passou a conhecer mais a fundo o namorado.&lt;br /&gt;Faziam dois anos naquele dia, 14 de Fevereiro, dia dos namorados. Mas Hermínia não sabia se devia comemorar. Há alguns dias que notava um comportamento diferente por parte do namorado. Ela não queria pensar no que se estaria a passar, ou melhor, ela tentava não pensar! Já tinha imaginado tudo, ele tinha outra certamente. Aqueles telefonemas estranhos, os segredos, as saídas injustificadas, tudo isso eram evidências de que havia outra pessoa no meio deles. E agora mais essa, Marcos estava atrasado 2 horas!&lt;br /&gt;Hermínia levantou-se hirta de fúria, pagou a conta e saiu. Fez todo o caminho de volta para casa a praguejar e a injuriar o namorado e a tal amante, prometendo a si mesma que a primeira coisa que ira fazer mal o visse seria acabar com tudo. Encontrou a casa as escuras, “ mas uma da EMAE com certeza”. Mas quando procurava o isqueiro alguém acendeu a luz. A sala estava cheia de flores! Marcos veio da cozinha, ajoelhou-se e entregou-lhe um anel, “ você casa comigo Mínia?”Mínia esqueceu as desconfianças, os medos e as pragas. Era tudo um plano, um plano para a fazer feliz!&lt;br /&gt; Enquanto Hermínia é feliz, vamos sonhar em ser ou ter um Marcos desses, produzido nacionalmente? Feliz Dia dos Namorados! Que são Valentim nos abençoe a todos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/ScAyYqHxoWI/AAAAAAAAAIk/rTvoi9A4JIQ/s1600-h/rosas.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 263px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/ScAyYqHxoWI/AAAAAAAAAIk/rTvoi9A4JIQ/s400/rosas.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314302959502336354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-5128058229047185498?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/5128058229047185498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=5128058229047185498' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5128058229047185498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5128058229047185498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2009/03/herminia.html' title='Hermínia'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/ScAyYqHxoWI/AAAAAAAAAIk/rTvoi9A4JIQ/s72-c/rosas.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-5187156659882288498</id><published>2009-03-17T19:26:00.001-03:00</published><updated>2009-03-17T19:43:48.605-03:00</updated><title type='text'>“Pobre menina rica”</title><content type='html'>Pensei. Pensei bastante. No fim acabei por desistir. Era a quinta vez que eu ali estava, parada no terraço mais alto da casa. Como sempre desisti covardemente, recolhi-me a minha insignificância. Pela quinta vez tentei por fim a esse calvário, a esse vazio que chamam de vida. E novamente voltei para a mim, para mergulhar no desespero de ser um zero a esquerda, um nada.&lt;br /&gt;Porquê ou para quê continuar a viver? Para ver meu mundo desabar toda a vez que o meu pai é internado numa clinica de desintoxicação e reabilitação para viciados em cocaína? Ou para ver a minha mãe deitar-se pelos cantos da casa com o jardineiro ou com os seguranças?&lt;br /&gt;Ontem o amigo do meu pai me ofereceu maconha, disse que era melhor eu começar com algo leve. O motorista passou a mão na minha perna e comentou que eu já tava em tempo de requerer serviço completo. Mal vi minha mãe, era dia de conferir a criadagem. Curioso que até o cozinheiro aqui é homem, não há mais mulheres na casa sem sermos eu e a mãe.&lt;br /&gt;Hoje estou decidida. Já deu, não quero mais ter que ver essas coisas acontecerem na minha vida. Desde os 13 anos que venho fugindo dos empregados da minha casa. Quatro anos em que não pude dormir nenhum dia sem a porta trancada. Quatro anos tentando manter a salvo o que a minha mãe chama de “ membranazinha inútil”.&lt;br /&gt;Ao contrário das outras vezes, não vou mais tentar atirar-me do terraço. Já sei que tenho medo de altura. Hoje vou-me trancar casa de banho do meu quarto e vou cortar os pulsos. Já roubei uma das facas de 150 dólares da cozinha. Ninguém sentirá falta dela, a não ser Jean Pierre, o cozinheiro francês. Daqui a cinco dias alguém vai se lembrar de me procurar, aí então eu já terei partido.&lt;br /&gt;Cortei o pulso esquerdo. Doeu, mas foi uma dor boa. Cada vez sai mais sangue, e cada vez mais me sinto melhor. Descobri que não tenho tanto medo assim de sangue. Essas são as últimas palavras que escrevo, vou cortar o pulso direito. Espero que o céu seja tão bonito como as imagens que vi na capela Sistina, quando visitamos o Vaticano no ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse texto é fictício, mas podia ser real… vamos dar mais atenção aos filhos sobrinhos e irmãos. Dinheiro não é suficiente se não houver limites, princípios sólidos, ética e moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/ScAnauxcFhI/AAAAAAAAAIc/wFySU_74xQ4/s1600-h/sui.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 232px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/ScAnauxcFhI/AAAAAAAAAIc/wFySU_74xQ4/s400/sui.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314290900482659858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;foto: internet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-5187156659882288498?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/5187156659882288498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=5187156659882288498' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5187156659882288498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5187156659882288498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2009/03/pobre-menina-rica.html' title='“Pobre menina rica”'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/ScAnauxcFhI/AAAAAAAAAIc/wFySU_74xQ4/s72-c/sui.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-1229818890212024177</id><published>2009-03-17T18:13:00.004-03:00</published><updated>2009-03-17T19:25:46.921-03:00</updated><title type='text'>Marta</title><content type='html'>Marta levantou-se a custo, acordada pelos gritos de Reinaldo. Eram casados há dois anos e à dois anos era sempre a mesma coisa. Passou mentalmente a lista de afazeres, tentando encontrar o que poderia ter ficado por fazer. Nada, havia feito absolutamente tudo da lista, até os benditos aquários ela tinha limpo. Será que um dos peixes tinha morrido? “ ah não! se for assim vai ser porrada a noite toda!” &lt;br /&gt;Depois de ver a mulher levantar-se entorpecida e confusa, Reinaldo começa a destilar seu rio de veneno. Primeiro ele ataca a família dela, falando de como são todos “ uns pobres que não têm onde cair mortos, uns desgraçadinhos sustentados por mim!”, depois ela torna-se o centro de toda a sua injustificada fúria. Depois de uma três horas e meia, de insultos, ofensas, agressões psicológicas e muito whisky, ele sucumbe ao álcool e adormece, praticamente desmaiado.&lt;br /&gt;Eram quase seis horas da manhã. Marta olhou para a cama, tentada a continuar o sono interrompido, mas sabia que não podia. Resignada dirigiu-se vagarosamente à casa de banho, só teria tempo para um duche rápido. Uma vez lá dentro olhou-se ao espelho: “ pelo menos dessa vez ele só gritou. Não vou precisar de perder tempo a disfarçar hematomas com a maquilhagem. Pelo menos hoje não há dores a esconder”&lt;br /&gt; Há dois anos que essa situação se repetia, mas nem sempre as coisas tinham sido assim. Quando se conheceram há 4 anos Reinaldo era um promissor jovem executivo, nascido em berço de ouro, ele tinha vindo dos melhores colégios e faculdades privadas do país e esperava alcançar os mais altos cargos na multinacional em que trabalhava. Nem que fosse pelos contactos que o seu pai mantinha com os donos da empresa.&lt;br /&gt; Marta também era executiva nessa mesma empresa, mas ao contrário dele, ela tinha vindo do nada, sempre fora aluna bolsista nos melhores colégios e faculdades publicas do país, por mérito próprio. E foi também por seu próprio mérito que tinha entrado na empresa e chegado aonde chegou: vice-presidente de uma das melhores e maiores empresas do mundo na área dos petróleos. Ela estava onde estava, porque merecia.&lt;br /&gt; Quando se conheceram Reinaldo era um doce de pessoa, sempre simpático, extrovertido e gentil. Foram esses predicados que a tinham feito apaixonar-se por ele. Mas isso mudou bruscamente logo depois que voltaram da lua-de-mel. Marta tinha sido promovida na empresa, Reinaldo não. Desde aquele fatídico dia, tudo se desmoronou na relação deles. Talvez como forma de escape para a frustração, ele começou a beber descontroladamente.&lt;br /&gt;E nos momentos em que se perdia na bebida descontava suas mágoas na esposa, revelando-se um pequeno déspota machista e chauvinista. “ mulher não tem que trabalhar! Lugar da mulher é na cozinha e na cama!” essas e outra pérolas Marta tinha que ouvir todos os dias. Apesar de tudo havia os momentos de quietude no meio da tempestade, momentos em que ele sóbrio pedia desculpas, e voltava a ser aquele ser gentil, educado e apaixonado que ela conhecera.&lt;br /&gt;Era a esses momentos que marta se apegava com todas as forças. Era por esses momentos que não o abandonava. Embora sua vida pessoal fosse um caos, a vida profissional era um perfeito “ mundo perfeito”. Tinha galgado os degraus dentro da empresa sempre de forma limpa, resultado de uma mistura entre trabalho duro, inteligência e integridade. &lt;br /&gt;Talvez ainda não haja tantas mulheres assim no poder, mas há certamente muitas que sofrem de agressão física e psicológica todos os dias, durante anos. Por isso ainda é preciso que haja um dia internacional da mulher, para que os homens saibam que nós podemos fazer tudo quanto eles fazem, e de salto alto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/ScAjSr0L8qI/AAAAAAAAAIU/WzXyRXTiBls/s1600-h/4903_16364LbwzNkIgVkh.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 245px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/ScAjSr0L8qI/AAAAAAAAAIU/WzXyRXTiBls/s400/4903_16364LbwzNkIgVkh.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314286364203414178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-1229818890212024177?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/1229818890212024177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=1229818890212024177' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/1229818890212024177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/1229818890212024177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2009/03/marta.html' title='Marta'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/ScAjSr0L8qI/AAAAAAAAAIU/WzXyRXTiBls/s72-c/4903_16364LbwzNkIgVkh.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-8182852487738847228</id><published>2008-06-20T21:27:00.002-03:00</published><updated>2008-06-20T22:25:00.887-03:00</updated><title type='text'>Saudade dos verdadeiros  amigos</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFxLjvOAu4I/AAAAAAAAAEw/1A_M2RKdL7g/s1600-h/lagrima.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFxLjvOAu4I/AAAAAAAAAEw/1A_M2RKdL7g/s400/lagrima.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214125545930931074" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje acordei embriagada pela saudade,&lt;br /&gt;quase me afogando em pura nostalgia.&lt;br /&gt;Hoje desmoronei diante da verdade,&lt;br /&gt;e senti falta daquela nossa velha magia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje não acordei inteira, era metade,&lt;br /&gt;metade do que sou todo dia, metade alegria.&lt;br /&gt;Hoje mais que sempre perdi a liberdade,&lt;br /&gt;e fiquei presa na minha melancolia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje vim só para vos jurar amizade,&lt;br /&gt;e vos lembrar de nossos tempos de folia.&lt;br /&gt;Hoje me pareceu mentira a minha realidade,&lt;br /&gt;e percebi que me perdera na minha fantasia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje experimentei com grande intensidade,&lt;br /&gt;esse sentimento que nos paralisa, anestesia.&lt;br /&gt;Hoje me curvei sem saída, sem possibilidade,&lt;br /&gt;diante da minha saudade culposa, sem anistia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-8182852487738847228?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/8182852487738847228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=8182852487738847228' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/8182852487738847228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/8182852487738847228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2008/06/saudade-dos-verdadeiros-amigos.html' title='Saudade dos verdadeiros  amigos'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFxLjvOAu4I/AAAAAAAAAEw/1A_M2RKdL7g/s72-c/lagrima.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-1461111265496641177</id><published>2008-06-16T15:56:00.003-03:00</published><updated>2008-06-16T16:08:46.096-03:00</updated><title type='text'>vida de fotojornalista... ensaio: DETALHES</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa5_5qdzKI/AAAAAAAAAEA/jyLLgqHAqco/s1600-h/Digitalizar0007.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa5_5qdzKI/AAAAAAAAAEA/jyLLgqHAqco/s400/Digitalizar0007.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212558126189759650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa6BCW9tGI/AAAAAAAAAEI/m8rHfLAB41k/s1600-h/Digitalizar0005.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa6BCW9tGI/AAAAAAAAAEI/m8rHfLAB41k/s400/Digitalizar0005.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212558145703752802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa6Bmy65bI/AAAAAAAAAEQ/lHevFuC8vW0/s1600-h/Digitalizar0018.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa6Bmy65bI/AAAAAAAAAEQ/lHevFuC8vW0/s400/Digitalizar0018.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212558155484685746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa6CNUIueI/AAAAAAAAAEY/fldn9FX9RAc/s1600-h/Digitalizar0017.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa6CNUIueI/AAAAAAAAAEY/fldn9FX9RAc/s400/Digitalizar0017.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212558165824551394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa4GXur48I/AAAAAAAAAD4/xocIg0KLiWQ/s1600-h/Digitalizar0006.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa4GXur48I/AAAAAAAAAD4/xocIg0KLiWQ/s400/Digitalizar0006.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212556038316483522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa3rw1z1wI/AAAAAAAAADw/B6ll01xT5Fc/s1600-h/Digitalizar0013.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa3rw1z1wI/AAAAAAAAADw/B6ll01xT5Fc/s400/Digitalizar0013.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212555581200783106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-1461111265496641177?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/1461111265496641177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=1461111265496641177' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/1461111265496641177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/1461111265496641177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2008/06/vida-de-fotojornalista-ensaio-detalhes.html' title='vida de fotojornalista... ensaio: DETALHES'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/SFa5_5qdzKI/AAAAAAAAAEA/jyLLgqHAqco/s72-c/Digitalizar0007.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-3345967761636998095</id><published>2008-04-13T20:07:00.000-03:00</published><updated>2008-04-13T20:11:12.852-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Não me esqueci, mas perdoei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderei algum dia esquecer&lt;br /&gt;A dor que me fizeste?&lt;br /&gt;Poderei algum dia perdoar&lt;br /&gt;A mágoa que me causaste?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquecer, jamais conseguirei&lt;br /&gt;Pois foi muito o que sofri&lt;br /&gt;Perdoar, já te perdoei&lt;br /&gt;Pois maior foi o amor que senti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora já não tem importância&lt;br /&gt;Já não sinto nada por ti&lt;br /&gt;É como um sonho de infância&lt;br /&gt;Que fico a ver partir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o que tinha que ser&lt;br /&gt;Não me arrependo um só minuto&lt;br /&gt;E a dor de não mais te ter&lt;br /&gt;Já se desvaneceu a muito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me esqueci, mas perdoei&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-3345967761636998095?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/3345967761636998095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=3345967761636998095' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/3345967761636998095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/3345967761636998095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2008/04/no-me-esqueci-mas-perdoei-poderei-algum.html' title=''/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-3781547603853202918</id><published>2007-11-08T09:23:00.001-03:00</published><updated>2007-11-08T09:30:34.806-03:00</updated><title type='text'>O mundo contemporâneo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Assim está  a nossa sociedade,&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Com vários  problemas ambientais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Que são uma  parte da nova realidade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Assim como as  guerras intercontinentais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Em pleno século  vinte um&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Sabem que há  gelo em Marte&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Mas a fome mata  mais que um&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;E a sobrevivência  é uma arte&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Faixa de Gaza?  Conflitos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Síria, Irão?  Atentados&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Cidadãos vêem-se  aflitos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Com seus direitos  violentados&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Porquê tanta  morte?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Porquê tanta  fome?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Será preciso  ter sorte&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Para que a paz  se forme?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Para quê tantas  armas?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Para quê descobrir  o universo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Se faltam pães  e camas &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt; &lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Neste mundo  tão perverso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-3781547603853202918?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/3781547603853202918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=3781547603853202918' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/3781547603853202918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/3781547603853202918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2007/11/o-mundo-contemporneo-assim-est-nossa.html' title='O mundo contemporâneo'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-8044354613655785670</id><published>2007-11-08T09:21:00.001-03:00</published><updated>2007-11-08T09:26:59.991-03:00</updated><title type='text'>Perdi-me!</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Perdi-me nas  minhas ideias&lt;/span&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Assim, sem mais  nem menos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Como quem se  perde em aldeias&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;De riachos pequenos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Perdi-me das  velhas intrigas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Dessa velha  sociedade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Como quem se  perde de amigas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Que destilam  maldade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Perdi-me nos  meus pensamentos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Como se estivesse  no deserto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Numa estrada  só de cruzamentos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Sem um só caminho  certo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Perdi-me com  a visão humana&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Desse mundo  luxurioso&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;De falsa gente  puritana&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Onde o mal é  precioso&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Simplesmente  perdi-me!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-8044354613655785670?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/8044354613655785670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=8044354613655785670' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/8044354613655785670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/8044354613655785670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2007/11/perdi-me-perdi-me-nas-minhas-ideias.html' title='Perdi-me!'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-2132496969225757451</id><published>2007-11-08T09:18:00.000-03:00</published><updated>2007-11-08T09:27:37.434-03:00</updated><title type='text'>Governantes grandes pensadores</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Em que pensam  esses governantes&lt;/span&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Quando começam  “grandes” guerras?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Agem dessa forma  petulante&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Para conseguir  mais terras?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Em que pensam  eles afinal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Quando invadem  nações alheias?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Fazendo um massacre  total&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Até de pequenas  aldeias&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Onde param os  seus pensamentos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Quando dizimam  cidades?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Quando provocam  sofrimento&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Sem qualquer  necessidade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Em que pensam  esses governantes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Quando matam  milhares de inocentes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Quando eles  se tornam meliantes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Com esse comportamento  indecente&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Que pensam vocês  governantes,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Quando destroem  o mundo?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Se são de facto  seres pensantes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style=";font-family:Century Gothic;font-size:100%;"  &gt;Pensem apenas  por um segundo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-2132496969225757451?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/2132496969225757451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=2132496969225757451' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/2132496969225757451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/2132496969225757451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2007/11/governantes-grandes-pensadores-em-que.html' title='Governantes grandes pensadores'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-4174287590087899723</id><published>2007-11-08T09:17:00.002-03:00</published><updated>2009-03-18T19:25:20.874-03:00</updated><title type='text'>Nós e as crianças</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Se um dia todos nós já fomos crianças,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;E muitos de nós as teremos no futuro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Então porque não existe esperança?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Porque as deixamos no escuro?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Por que quebramos a confiança&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;E as deixamos largadas ao relento?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Por que assistimos as matanças&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;E só nos movemos em pensamento?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Nos tornaremos pagadores de fiança&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Se as deixarmos assim sem direção&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Se não lhes dermos toda a segurança&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Vão ter pedras no lugar do coração&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Por que os ricos enchem a pança&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Enquanto vêem uma criança morrer&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;E estressados viajam para a França&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Ignorando o que estão a ver&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Se um dia todos nós já fomos crianças,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;E muitos de nós as teremos no futuro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Então porque não existe esperança?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Porque as deixamos no escuro?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-4174287590087899723?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/4174287590087899723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=4174287590087899723' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/4174287590087899723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/4174287590087899723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2007/11/ns-e-as-crianas.html' title='Nós e as crianças'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-4166915496201702490</id><published>2007-11-08T09:04:00.000-03:00</published><updated>2007-11-13T22:58:24.152-03:00</updated><title type='text'>momento de dor</title><content type='html'>&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Se existe nesse nosso mundo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Dor que nos tire o sul e o norte&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Nos toque bem forte e fundo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;É ela a temida morte&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Já&lt;/span&gt; esperado momento cruel&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Nunca preparados mente e coração&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;E eis que chega destilando fel&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;E eis que se vai céu e chão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Lágrima&lt;/span&gt;,beijos apertados abraços&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Vagas tentativas de grande conforto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Talvez só seja preciso certo espaço&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Para que encontres teu porto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Aqui estou nessa hora de dor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Palavras não tenho e jeito também não&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Quero só te lembrar do meu amor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;E do teu lugar no meu coração&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-4166915496201702490?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/4166915496201702490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=4166915496201702490' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/4166915496201702490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/4166915496201702490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2007/11/momento-de-dor.html' title='momento de dor'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-6165014207073310248</id><published>2007-10-28T17:12:00.001-03:00</published><updated>2007-11-07T23:45:37.457-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_DsYSkNqqK54/RyTtZN1y8SI/AAAAAAAAACY/xZQimq9waak/s1600-h/ME+AND+MY+LOVE+IN+BEACH+155.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-6165014207073310248?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/6165014207073310248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=6165014207073310248' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/6165014207073310248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/6165014207073310248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2007/10/blog-post_28.html' title=''/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-3472263810317177802</id><published>2007-10-28T17:02:00.000-03:00</published><updated>2007-10-28T17:05:06.249-03:00</updated><title type='text'>Horas vagas</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;É nas horas vagas &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Que me lembro de ti&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Da minha alma em chagas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;E do coração que parti&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;É nessa horas mortas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Que me quedo em lamentos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Por não ter fechado as portas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;E trancado os meu sentimentos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Nesses ociosos momentos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Choro por só te ter tido&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Em meus soltos pensamentos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Em tempos há muito idos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Nas minhas horas vagas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Lembro-me de te ter amado&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;E de todas as magoas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;De se sentir ignorado&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Ai, as minhas horas vagas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;São o meu pior pesadelo,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;A minha grande praga&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Pois não posso esquece-lo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-3472263810317177802?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/3472263810317177802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=3472263810317177802' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/3472263810317177802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/3472263810317177802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2007/10/horas-vagas.html' title='Horas vagas'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-28290296046555338</id><published>2007-10-28T16:52:00.000-03:00</published><updated>2007-10-28T17:01:29.822-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_DsYSkNqqK54/RyTp6d1y8QI/AAAAAAAAACI/Xc57QW72xM4/s1600-h/ME+AND+MY+LOVE+IN+BEACH+150.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_DsYSkNqqK54/RyTp6d1y8QI/AAAAAAAAACI/Xc57QW72xM4/s400/ME+AND+MY+LOVE+IN+BEACH+150.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126479466506416386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;u style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:18;"  lang="PT" &gt;O amor do sol&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:18;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;O sol amanheceu triste &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Com o coração destroçado&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Com a pior dor que existe&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;A do amor recusado&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Em jeito de declaração&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Ao entardecer lhe falou&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Entregando seu coração&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;E com ele seu amor&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Relatou com fervor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Seu nobre sentimento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Aquele louco amor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Mais fresco que o vento&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Mas ela não quis saber&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Ela sequer quis ouvir&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;O que ele queria dizer&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;O que ele queria pedir&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Depois da dor veio a revolta&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;O sol decidiu vingar-se&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Tomou sua luz de volta&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;E ficou a vê-la pagar-se&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Mas o amor foi maior&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;E a luz nas trevas brilhou &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;O sol sentiu-se melhor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;E a amizade desabrochou &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-28290296046555338?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/28290296046555338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=28290296046555338' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/28290296046555338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/28290296046555338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2007/10/o-amor-do-sol-o-sol-amanheceu-triste.html' title=''/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_DsYSkNqqK54/RyTp6d1y8QI/AAAAAAAAACI/Xc57QW72xM4/s72-c/ME+AND+MY+LOVE+IN+BEACH+150.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-1813958323537139063</id><published>2007-10-28T16:48:00.000-03:00</published><updated>2007-10-28T16:51:22.731-03:00</updated><title type='text'>Apaixonei-me por ti</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;A muito que te queria dizer&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;O que me vai na alma&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Não sei o que hei de fazer&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;E só a tua voz me acalma&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Apaixonei-me por ti&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;No principio desse ano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;E foi assim que descobri &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Que cada vez mais te amo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Estou apaixonada por ti&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Não o consigo negar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Foi algo que não previ&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;E que me esta a dominar&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Quando me apercebi&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;De que estava apaixonada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Grande dor senti&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Pois tinhas namorada&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Agora que não há impedimento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Não consigo ganhar coragem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Para falar desse sentimento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;Que não está só de passagem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  lang="PT" &gt;&lt;span style=""&gt;                                                                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;"  lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-1813958323537139063?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/1813958323537139063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=1813958323537139063' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/1813958323537139063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/1813958323537139063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2007/10/apaixonei-me-por-ti-muito-que-te-queria.html' title='Apaixonei-me por ti'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-7317642546897284430</id><published>2007-10-28T16:42:00.000-03:00</published><updated>2007-10-28T16:48:22.965-03:00</updated><title type='text'>Tempo</title><content type='html'>&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Não te entendo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Nem sei se alguém entende&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Umas vezes rápido, outras lento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Não há certezas do que pretendes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Tudo sem tino, sem tento&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Nem nome certo terás&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Hora? Minuto? Segundo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;De certo nenhum deles será&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Tu sempre dominarás o mundo,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;E incógnito permanecerás.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Tu que todos conhecem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;E ninguém sabe o nome&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Pequeno muitos te querem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Outros querem-te enorme&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Tu, tempo de tantos anos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Tu que és livre e solto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Não tens quaisquer donos &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;E por aí passeias revolto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Sem te perceber continuo eu&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Embora fácil, podes ser complexo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Podes ser uma criação de Deus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;Mas de ti sequer tenho reflexo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;                                                                                        &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-7317642546897284430?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/7317642546897284430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=7317642546897284430' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/7317642546897284430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/7317642546897284430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2007/10/tempo.html' title='Tempo'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-8170491215234743909</id><published>2007-10-28T16:39:00.001-03:00</published><updated>2007-10-28T16:41:53.261-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_DsYSkNqqK54/RyTl4d1y8PI/AAAAAAAAACA/ZG6kT3wOu5Y/s1600-h/ME+AND+MY+LOVE+IN+BEACH+031.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_DsYSkNqqK54/RyTl4d1y8PI/AAAAAAAAACA/ZG6kT3wOu5Y/s400/ME+AND+MY+LOVE+IN+BEACH+031.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126475034100166898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-8170491215234743909?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/8170491215234743909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=8170491215234743909' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/8170491215234743909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/8170491215234743909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2007/10/blog-post.html' title=''/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_DsYSkNqqK54/RyTl4d1y8PI/AAAAAAAAACA/ZG6kT3wOu5Y/s72-c/ME+AND+MY+LOVE+IN+BEACH+031.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8758739632137189808.post-5576719348106254061</id><published>2007-09-26T06:57:00.000-03:00</published><updated>2007-10-28T17:23:26.438-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><title type='text'>Ainda te amo</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Eu tentei esquecer,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Eu tentei viver,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Eu tentei sair,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Eu tentei partir.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Só consegui lembrar,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Só consegui sobreviver,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Só consegui ficar,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Só consegui voltar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;As tentativas foram grandes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;As vitórias? Foram nulas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Assim tento esquecer-te&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;E assim volto a amar-te&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;De nada valeu o esforço&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;De nada valeu tentar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;Se me afundo mais no poço&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:15;"  &gt;E descubro ainda te amar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8758739632137189808-5576719348106254061?l=aminhalmaempoesia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/feeds/5576719348106254061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8758739632137189808&amp;postID=5576719348106254061' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5576719348106254061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8758739632137189808/posts/default/5576719348106254061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhalmaempoesia.blogspot.com/2007/09/ainda-te-amo.html' title='Ainda te amo'/><author><name>Aoaní d'Alva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DsYSkNqqK54/SONxGBGBSWI/AAAAAAAAAGw/WgktqGJ5NBI/S220/Picture0073.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
